Palavras

arquetípico

Do grego arkhétypon, 'molde original'.

Origem

Século XIX

Do grego 'arkhetupon' (ἀρχέτυπον), significando 'molde original', 'primeiro modelo'. Conceito desenvolvido por Carl Jung para descrever padrões inconscientes coletivos.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Originalmente ligado a um sentido estritamente filosófico e psicológico, referindo-se a modelos primordiais e universais.

Meados do Século XX - Atualidade

Expansão para descrever qualquer coisa que sirva como modelo ou protótipo ideal, não se limitando apenas aos conceitos junguianos. Utilizado em crítica literária, análise de mídia e discussões culturais para identificar padrões recorrentes.

A palavra mantém seu núcleo de significado como 'modelo original', mas seu uso se tornou mais generalizado para descrever personagens, narrativas ou situações que exemplificam um tipo universalmente reconhecido.

Primeiro registro

Século XX

A entrada da palavra 'arquetípico' no português formal ocorre no século XX, com a disseminação das teorias de Carl Jung e a necessidade de terminologia específica em psicologia e filosofia. (Referência: corpus_dicionarios_formais.txt)

Momentos culturais

Meados do Século XX

Popularização do conceito de arquétipo na psicologia junguiana, influenciando a crítica literária e a análise de mitos em obras como 'O Herói de Mil Faces' de Joseph Campbell.

Final do Século XX - Atualidade

Uso frequente em análises de personagens de filmes, séries e literatura, onde se discute a representação de arquétipos como o herói, o vilão, a mãe, etc.

Comparações culturais

Século XX - Atualidade

Inglês: 'archetypal' - termo amplamente utilizado em psicologia, literatura e crítica cultural, com origem similar no grego e popularizado por Jung. Espanhol: 'arquetípico' - igualmente empregado em contextos acadêmicos e culturais, refletindo a influência europeia e a terminologia junguiana. Alemão: 'archetypisch' - termo fundamental na obra de Jung e na filosofia alemã, com forte raiz na língua e no pensamento germânico.

Relevância atual

Atualidade

'Arquetípico' mantém sua relevância como um termo técnico em áreas como psicologia, literatura e estudos culturais. É usado para descrever padrões universais e modelos que ressoam profundamente na psique humana e na cultura, permitindo análises mais profundas de narrativas e comportamentos.

Origem Etimológica e Conceitual

Século XIX — Deriva do grego 'arkhetupon' (ἀρχέτυπον), que significa 'molde original' ou 'primeiro modelo'. O conceito foi popularizado por Carl Jung na psicologia, referindo-se a padrões universais e herdados de pensamento ou imagem.

Entrada e Consolidação no Português

Século XX — A palavra 'arquetípico' entra no vocabulário formal e acadêmico do português, especialmente em discussões de filosofia, psicologia e crítica literária. Sua adoção reflete a influência do pensamento junguiano e de teorias sobre padrões culturais.

Uso Contemporâneo e Expansão

Século XXI — 'Arquetípico' é amplamente utilizado em contextos acadêmicos, literários e de análise cultural. Sua aplicação se estende para descrever padrões de comportamento, personagens literários ou figuras midiáticas que representam modelos universais.

arquetípico

Do grego arkhétypon, 'molde original'.

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