ateromatose
Do grego 'athere' (mingau, papa) + 'oma' (tumor) + '-osis' (condição, doença).
Origem
Do grego 'athērē' (mingau, pasta) e 'ōma' (sufixo que indica tumor ou massa), descrevendo a natureza das placas.
Mudanças de sentido
Surgimento como termo descritivo para uma condição médica específica, focando na morfologia das lesões arteriais.
Manutenção do sentido técnico-científico, sem desvios ou popularização.
A palavra 'ateromatose' manteve-se estritamente no domínio da medicina, sem adquirir conotações figuradas ou usos metafóricos na linguagem geral, ao contrário de termos que descrevem doenças com maior impacto social ou cultural.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e tratados de patologia em português, refletindo a adoção da terminologia médica internacional. (Referência: Corpus de Terminologia Médica Histórica em Português)
Comparações culturais
Inglês: 'Atheromatosis' - termo médico idêntico, com a mesma origem etimológica e uso restrito à área da saúde. Espanhol: 'Ateromatosis' - equivalente direto, com etimologia e aplicação semelhantes. Francês: 'Athéromatose' - termo original ou de grande influência na disseminação, com uso médico idêntico.
Relevância atual
Alta relevância no campo da cardiologia e medicina vascular, sendo um termo diagnóstico fundamental. Sua importância reside na precisão médica, não em seu uso social ou cultural.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'athērē' (mingau, pasta) e 'ōma' (sufixo que indica tumor ou massa), referindo-se à consistência pastosa das placas ateromatosas.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'ateromatose' entra no vocabulário médico e científico em português, provavelmente através do francês 'athéromatose' ou do inglês 'atheromatosis', acompanhando o desenvolvimento da patologia e da medicina.
Uso Contemporâneo
Século XX e Atualidade — Termo formal e dicionarizado, amplamente utilizado na área médica para descrever a condição patológica. Sua presença é restrita a contextos técnicos e científicos, sem penetração significativa na linguagem coloquial.
Do grego 'athere' (mingau, papa) + 'oma' (tumor) + '-osis' (condição, doença).