atonalismo
Do grego 'a-' (sem) e 'tonos' (tom, som).
Origem
Deriva do grego 'a-' (privativo, sem) e 'tonos' (tom, som). O termo foi popularizado por teóricos musicais para descrever composições que deliberadamente evitam a organização tonal tradicional.
Mudanças de sentido
Surgimento como conceito musical para descrever a música dodecafônica e serial de compositores como Schoenberg, Berg e Webern.
No Brasil, o termo é adotado em discussões sobre música erudita contemporânea, muitas vezes associado a uma estética vanguardista e experimental.
Mantém seu sentido técnico-musical, mas pode ser usado metaforicamente para descrever algo caótico ou sem ordem aparente, embora esse uso seja raro e informal.
O uso metafórico é residual e não representa a principal acepção da palavra. A palavra 'atonalismo' permanece firmemente ancorada no campo da teoria e história da música.
Primeiro registro
Registros em publicações acadêmicas e críticas musicais brasileiras, refletindo a disseminação das ideias da Segunda Escola de Viena no país.
Momentos culturais
A introdução do atonalismo na música erudita brasileira, influenciando compositores e debates estéticos em conservatórios e universidades.
A consolidação do atonalismo como um dos pilares da música do século XX, estudado e debatido em cursos de composição e musicologia no Brasil.
Comparações culturais
Inglês: 'Atonalism' - termo idêntico e com o mesmo significado técnico. Espanhol: 'Atonalismo' - termo idêntico e com o mesmo significado técnico. Alemão: 'Atonalität' - termo relacionado à qualidade de ser atonal, frequentemente usado em discussões sobre a música de Schoenberg e seus seguidores.
Relevância atual
Atonalismo' continua sendo um termo fundamental para a compreensão da música clássica moderna e contemporânea. Sua relevância reside no campo acadêmico e na análise musical, sendo um conceito chave para entender a evolução da linguagem musical no século XX e suas ramificações.
Origem Etimológica
Início do século XX — termo cunhado a partir do grego 'a-' (sem) e 'tonos' (tom), referindo-se à ausência de um centro tonal na música.
Entrada na Língua Portuguesa
Meados do século XX — o termo 'atonalismo' entra no vocabulário musical e acadêmico brasileiro, importado de discussões teóricas europeias, especialmente da escola de Viena.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Atonalismo' é um termo técnico-musical, usado em contextos acadêmicos, críticos e por músicos. Sua compreensão é restrita a círculos especializados.
Do grego 'a-' (sem) e 'tonos' (tom, som).