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autopoiese

Do grego 'auto-' (próprio) e 'poiesis' (criação, produção).

Origem

Meados do século XX

Cunhado pelos biólogos Humberto Maturana e Francisco Varela. Etimologia: grego 'auto' (si mesmo) + 'poiesis' (produção, criação).

Mudanças de sentido

Meados do século XX

Sentido original: capacidade de um sistema vivo de se produzir e reproduzir continuamente a si mesmo, mantendo sua organização e identidade.

Final do século XX - Atualidade

Expansão para sistemas não biológicos: o conceito é adaptado para descrever a auto-organização e auto-referencialidade em sistemas sociais, cognitivos e organizacionais.

A autopoiese, em um sentido mais amplo, passou a descrever a capacidade de um sistema (seja ele um organismo, uma sociedade ou uma organização) de gerar e manter sua própria estrutura e identidade, operando de forma autônoma e adaptativa em relação ao seu ambiente.

Primeiro registro

Meados do século XX

Publicações científicas de Humberto Maturana e Francisco Varela, como 'De Máquinas e Seres Vivos: Uma Teoria Sobre a Organização Biológica' (1972).

Momentos culturais

Final do século XX

Adoção do termo em debates acadêmicos sobre teoria dos sistemas e cibernética no Brasil.

Início do século XXI

Popularização em cursos de pós-graduação e publicações em áreas como administração, sociologia e psicologia.

Vida digital

Atualidade

Presença em artigos acadêmicos online, blogs de teoria de sistemas e discussões em fóruns especializados. Buscas frequentes em bases de dados acadêmicas.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Autopoiesis' é o termo direto e amplamente utilizado em publicações científicas. Espanhol: 'Autopoiesis' é o termo direto, mantendo a origem e o uso acadêmico. Alemão: 'Autopoiesis' é o termo utilizado, refletindo a influência da teoria dos sistemas alemã.

Relevância atual

Atualidade

O conceito de autopoiese continua sendo fundamental para a compreensão de sistemas complexos, auto-organizados e adaptativos em diversas disciplinas científicas e filosóficas no Brasil e no mundo.

Origem Conceitual e Etimológica

Meados do século XX — o termo 'autopoiese' foi cunhado pelos biólogos chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela. Deriva do grego 'auto' (si mesmo) e 'poiesis' (produção, criação).

Entrada e Disseminação no Português Brasileiro

Final do século XX e início do século XXI — a palavra 'autopoiese' começa a ser utilizada no Brasil, principalmente em círculos acadêmicos e de pesquisa, traduzindo o conceito original.

Uso Contemporâneo e Expansão

Atualidade — o termo transcende o campo da biologia, sendo aplicado em diversas áreas como sociologia, teoria dos sistemas, psicologia e administração, mantendo sua definição central de auto-organização e auto-produção.

autopoiese

Do grego 'auto-' (próprio) e 'poiesis' (criação, produção).

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