benzoico

Derivado de 'benjoim' (resina aromática) + sufixo '-oico' (relativo a ácido).

Origem

Século XIX

Deriva do nome da resina de benjoim ('lubān jāwī', incenso de Java), que contém ácido benzoico. O termo foi cunhado pelo químico francês Jean-Baptiste Dumas em 1832.

Primeiro registro

Final do século XIX / Início do século XX

Registros em publicações científicas e periódicos de química em português, referindo-se a compostos e reações químicas envolvendo o ácido benzoico.

Comparações culturais

Século XIX - Atualidade

Inglês: 'benzoic' (adjetivo, com a mesma origem e uso técnico). Espanhol: 'benzoico' (adjetivo, idêntica origem e aplicação científica). Francês: 'benzoïque' (adjetivo, originado do mesmo benjoim e usado em química).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'benzoico' é fundamental em química orgânica, bioquímica e na indústria. É reconhecida como um conservante alimentar (E210) e um precursor para a síntese de outros compostos. Seu uso é estritamente técnico e formal, sem conotações populares ou emocionais.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do nome da resina de benjoim (do árabe 'lubān jāwī', incenso de Java), que é rica em ácido benzoico. O termo 'benzoico' foi cunhado pelo químico francês Jean-Baptiste Dumas em 1832, a partir do nome da resina.

Entrada no Português

Final do século XIX / Início do século XX — A palavra 'benzoico' entra no vocabulário científico e técnico do português, especialmente em química e farmacologia, referindo-se ao ácido benzoico e seus derivados.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Mantém seu uso técnico em química, farmacologia e indústria alimentícia (como conservante E210). É uma palavra formal, encontrada em contextos acadêmicos e científicos.

benzoico

Derivado de 'benjoim' (resina aromática) + sufixo '-oico' (relativo a ácido).

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