bougainvillea

Do nome do explorador e botânico francês Philibert Commerson, que a descobriu.

Origem

Final do século XVIII

O nome científico 'Bougainvillea' foi cunhado pelo botânico Philibert Commerson em homenagem ao explorador francês Louis Antoine de Bougainville, que liderou a expedição que a descobriu e a introduziu na Europa.

Mudanças de sentido

Século XIX - Atualidade

O sentido da palavra permaneceu estável, sempre se referindo ao gênero botânico. A principal 'mudança' reside na sua popularização e disseminação como elemento paisagístico e ornamental.

A planta, conhecida por suas brácteas vibrantes, tornou-se um símbolo de beleza tropical e exuberância em diversas culturas, incluindo a brasileira.

Primeiro registro

Século XIX

Registros botânicos e de jardinagem no Brasil a partir do século XIX, com sua introdução e cultivo.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

Presença constante em paisagismo de residências, praças e edifícios públicos no Brasil, associada a climas quentes e paisagens tropicais.

Atualidade

Frequentemente retratada em fotografias e artes visuais que celebram a flora brasileira.

Comparações culturais

Inglês: Bougainvillea. Espanhol: Buganvilla ou Veranera. Francês: Bougainvillier. Alemão: Bougainvillea.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'bougainvillea' é um termo botânico formal e amplamente utilizado no Brasil, especialmente em contextos de jardinagem, paisagismo e botânica. Sua presença é marcante na identidade visual de muitas regiões tropicais e subtropicais do país.

Origem Etimológica

Final do século XVIII — nomeada em homenagem ao navegador francês Louis Antoine de Bougainville (1729-1811), que a trouxe para a Europa.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XIX — introduzida no Brasil como planta ornamental, popularizando-se em jardins e paisagismo.

Uso Contemporâneo

Atualidade — termo dicionarizado e amplamente reconhecido, referindo-se ao gênero botânico e suas variedades coloridas, comum em paisagismo urbano e rural.

bougainvillea

Do nome do explorador e botânico francês Philibert Commerson, que a descobriu.

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