cúpula

Do latim 'cupula', diminutivo de 'cupa' (vaso).

Origem

Século XIV

Deriva do latim 'cupula', diminutivo de 'cupa' (barril, vasilha), remetendo a uma forma arredondada e abobadada, característica de coberturas arquitetônicas.

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Sentido literal: cobertura arquitetônica em forma de abóbada ou domo.

Século XIX

Início do sentido figurado: o ponto mais alto, o topo de algo, estendendo-se a hierarquias e grupos.

Século XX

Consolidação do sentido figurado: grupo de pessoas influentes, líderes de uma organização, governo ou setor.

A palavra passou a ser um termo comum em jornalismo e discussões políticas para se referir às instâncias máximas de decisão e poder.

Atualidade

Uso duplo: mantém o sentido arquitetônico e o figurado de liderança, sendo frequentemente usada em notícias e análises sobre política e negócios.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em textos da época indicam o uso arquitetônico da palavra em descrições de construções.

Momentos culturais

Século XX

A palavra 'cúpula' tornou-se recorrente na cobertura jornalística de eventos políticos e econômicos, especialmente em regimes autoritários ou em momentos de negociação de alto nível.

Atualidade

Presente em debates sobre governança corporativa, decisões políticas e estratégias de negócios, frequentemente associada a decisões tomadas em 'gabinetes fechados'.

Comparações culturais

Inglês: 'summit' (para reuniões de líderes), 'top brass' ou 'leadership' (para o grupo de liderança). Espanhol: 'cúspide' (topo), 'cumbre' (reunião de cúpula), 'cúpula' (também usado para grupo de liderança). Francês: 'sommet' (reunião), 'direction' ou 'état-major' (liderança). Italiano: 'cupola' (arquitetura e sentido figurado de liderança).

Relevância atual

A palavra 'cúpula' mantém sua relevância como um termo conciso e eficaz para descrever tanto estruturas arquitetônicas quanto os centros de poder e decisão em diversas esferas da sociedade contemporânea.

Origem Etimológica

Século XIV — do latim 'cupula', diminutivo de 'cupa' (barril, vasilha), referindo-se a uma forma arredondada e abobadada.

Entrada no Português

Séculos XV-XVI — A palavra 'cúpula' entra no vocabulário português, inicialmente com seu sentido arquitetônico literal, referindo-se a coberturas em forma de abóbada em edifícios.

Evolução de Sentido

Século XIX — O sentido figurado de 'topo' ou 'ponto mais alto' começa a ser aplicado a grupos ou hierarquias. Século XX — Consolidação do uso para designar um grupo de liderança ou influência.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Cúpula' é amplamente utilizada tanto no sentido arquitetônico quanto no figurado para se referir a grupos de poder, lideranças políticas, empresariais ou de organizações.

cúpula

Do latim 'cupula', diminutivo de 'cupa' (vaso).

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