caixa-de-dinheiro
Composição de 'caixa' (do latim vulgar *capsa, ae*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*).
Origem
Composição de 'caixa' (do latim vulgar *caxia*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*). A junção é descritiva e literal.
Mudanças de sentido
Sentido literal: recipiente para guardar dinheiro.
Menos comum como termo para objeto físico. 'Caixa' ganha proeminência como entidade financeira (Caixa Econômica Federal) ou como parte de sistemas (caixa de som, caixa de correio).
A palavra 'caixa' em si se expandiu enormemente em significados, abrangendo desde embalagens e recipientes de diversos tipos até sistemas complexos e instituições. 'Caixa de dinheiro' como termo para o objeto físico foi gradualmente substituído por sinônimos mais específicos ou por termos que denotam segurança (cofre) ou economia infantil (mealheiro, porquinho).
Primeiro registro
Registros de inventários e documentos de época que descrevem bens e posses, onde a expressão 'caixa de dinheiro' aparece de forma descritiva.
Momentos culturais
Aparece em obras literárias e relatos históricos que descrevem a vida cotidiana, a posse de riquezas ou a necessidade de economizar em tempos de instabilidade financeira.
Representações
Pode ser representada em filmes, séries ou novelas como um objeto antigo, um tesouro escondido ou um símbolo de economias modestas do passado.
Comparações culturais
Inglês: 'money box', 'cash box', 'piggy bank'. Espanhol: 'alcancía', 'hucha', 'caja de caudales'. A tendência em inglês e espanhol também é para termos mais específicos, como 'piggy bank' para economias infantis e 'cash box' ou 'safe' para recipientes de maior segurança. O termo composto 'caixa de dinheiro' é menos comum em uso direto.
Relevância atual
O termo 'caixa de dinheiro' tem baixa relevância como objeto físico no uso corrente. Sua força reside na polissemia da palavra 'caixa' e em contextos históricos ou literários. A 'Caixa Econômica Federal' é a representação mais forte da palavra 'caixa' no imaginário financeiro brasileiro.
Período Colonial e Império (Séculos XVI - XIX)
Século XVI - Entrada do termo 'caixa' (do latim vulgar *caxia*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*). A junção 'caixa de dinheiro' surge como descrição literal de um recipiente para guardar moedas. Uso comum em inventários e registros.
República Velha e Era Vargas (Final do Século XIX - Meados do Século XX)
O termo 'caixa de dinheiro' continua a ser usado, mas começa a competir com termos mais específicos como 'cofre' (para segurança) e 'mealheiro' ou 'porquinho' (para economias domésticas). A ideia de 'caixa' como unidade de contabilidade ('caixa econômica', 'caixa d'água') ganha força, mas 'caixa de dinheiro' mantém seu sentido literal.
Meados do Século XX - Atualidade
O termo 'caixa de dinheiro' torna-se menos frequente no uso cotidiano, sendo substituído por 'cofre', 'mealheiro', 'porquinho' (para economias infantis) ou termos mais genéricos como 'porta-dinheiro'. No entanto, a expressão ainda é compreendida e pode aparecer em contextos literários, históricos ou em descrições de objetos antigos. A ideia de 'caixa' como um sistema ou entidade financeira ('Caixa Econômica Federal') é muito mais proeminente.
Composição de 'caixa' (do latim vulgar *capsa, ae*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*).