caixa-de-dinheiro

Composição de 'caixa' (do latim vulgar *capsa, ae*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*).

Origem

Século XVI

Composição de 'caixa' (do latim vulgar *caxia*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*). A junção é descritiva e literal.

Mudanças de sentido

Séculos XVI - XIX

Sentido literal: recipiente para guardar dinheiro.

Século XX - Atualidade

Menos comum como termo para objeto físico. 'Caixa' ganha proeminência como entidade financeira (Caixa Econômica Federal) ou como parte de sistemas (caixa de som, caixa de correio).

A palavra 'caixa' em si se expandiu enormemente em significados, abrangendo desde embalagens e recipientes de diversos tipos até sistemas complexos e instituições. 'Caixa de dinheiro' como termo para o objeto físico foi gradualmente substituído por sinônimos mais específicos ou por termos que denotam segurança (cofre) ou economia infantil (mealheiro, porquinho).

Primeiro registro

Século XVI

Registros de inventários e documentos de época que descrevem bens e posses, onde a expressão 'caixa de dinheiro' aparece de forma descritiva.

Momentos culturais

Séculos XIX - XX

Aparece em obras literárias e relatos históricos que descrevem a vida cotidiana, a posse de riquezas ou a necessidade de economizar em tempos de instabilidade financeira.

Representações

Século XX - Atualidade

Pode ser representada em filmes, séries ou novelas como um objeto antigo, um tesouro escondido ou um símbolo de economias modestas do passado.

Comparações culturais

Inglês: 'money box', 'cash box', 'piggy bank'. Espanhol: 'alcancía', 'hucha', 'caja de caudales'. A tendência em inglês e espanhol também é para termos mais específicos, como 'piggy bank' para economias infantis e 'cash box' ou 'safe' para recipientes de maior segurança. O termo composto 'caixa de dinheiro' é menos comum em uso direto.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'caixa de dinheiro' tem baixa relevância como objeto físico no uso corrente. Sua força reside na polissemia da palavra 'caixa' e em contextos históricos ou literários. A 'Caixa Econômica Federal' é a representação mais forte da palavra 'caixa' no imaginário financeiro brasileiro.

Período Colonial e Império (Séculos XVI - XIX)

Século XVI - Entrada do termo 'caixa' (do latim vulgar *caxia*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*). A junção 'caixa de dinheiro' surge como descrição literal de um recipiente para guardar moedas. Uso comum em inventários e registros.

República Velha e Era Vargas (Final do Século XIX - Meados do Século XX)

O termo 'caixa de dinheiro' continua a ser usado, mas começa a competir com termos mais específicos como 'cofre' (para segurança) e 'mealheiro' ou 'porquinho' (para economias domésticas). A ideia de 'caixa' como unidade de contabilidade ('caixa econômica', 'caixa d'água') ganha força, mas 'caixa de dinheiro' mantém seu sentido literal.

Meados do Século XX - Atualidade

O termo 'caixa de dinheiro' torna-se menos frequente no uso cotidiano, sendo substituído por 'cofre', 'mealheiro', 'porquinho' (para economias infantis) ou termos mais genéricos como 'porta-dinheiro'. No entanto, a expressão ainda é compreendida e pode aparecer em contextos literários, históricos ou em descrições de objetos antigos. A ideia de 'caixa' como um sistema ou entidade financeira ('Caixa Econômica Federal') é muito mais proeminente.

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Composição de 'caixa' (do latim vulgar *capsa, ae*) e 'dinheiro' (do latim *denarius*).

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