campo-pedregoso
Composto de 'campo' (do latim 'campus') e 'pedregoso' (do latim 'petrosus').
Origem
Composto de 'campo' (latim 'campus', 'campo aberto', 'planície') e 'pedregoso' (latim 'petrosus', 'cheio de pedras'). Reflete a junção de elementos descritivos da paisagem.
Mudanças de sentido
Sentido primariamente descritivo e geográfico, referindo-se a terrenos com abundância de pedras.
Mantém o sentido técnico, mas pode ser ressignificado em contextos literários ou poéticos para evocar rusticidade, dificuldade ou uma beleza agreste.
Embora o sentido técnico permaneça, em narrativas ou descrições mais elaboradas, 'campo-pedregoso' pode adquirir conotações de um ambiente desafiador, mas também de beleza natural bruta e intocada, contrastando com campos mais férteis e cultivados.
Primeiro registro
Registros em crônicas de expedições e descrições de terras no período colonial brasileiro, embora a data exata seja difícil de precisar sem um corpus linguístico específico.
Momentos culturais
Pode aparecer em relatos de viajantes e naturalistas que descreviam a diversidade geográfica do Brasil, como em obras de Saint-Hilaire ou Spix e Martius, embora não seja um termo proeminente.
Possível menção em literatura regionalista ou em descrições de paisagens rurais em romances que retratam o interior do Brasil.
Comparações culturais
Inglês: 'stony ground' ou 'rocky field'. Espanhol: 'terreno pedregoso' ou 'campo pedregoso'. Ambos os idiomas utilizam compostos ou adjetivos similares para descrever a mesma característica do solo, refletindo uma base latina comum para o português e o espanhol, e uma descrição direta em inglês.
Relevância atual
O termo 'campo-pedregoso' mantém sua relevância em contextos técnicos (geologia, agronomia, geografia) e em descrições literárias ou regionais. Sua presença na linguagem cotidiana é limitada, sendo mais comum em áreas rurais ou em discussões sobre tipos de solo e paisagens.
Formação e Primeiros Usos
Séculos XVI-XVII — Formação do termo composto a partir de 'campo' (do latim campus, 'campo aberto', 'planície') e 'pedregoso' (do latim petrosus, 'cheio de pedras'). Uso inicial em descrições geográficas e agrárias.
Consolidação e Uso Regional
Séculos XVIII-XIX — O termo se consolida em vocabulários técnicos de agronomia e geografia, e em relatos de viajantes e colonizadores, descrevendo terrenos específicos no Brasil colonial e imperial.
Uso Contemporâneo e Especializado
Século XX - Atualidade — O termo mantém seu uso técnico em geologia, agronomia e geografia. Pode aparecer em contextos literários ou regionais para evocar paisagens específicas.
Composto de 'campo' (do latim 'campus') e 'pedregoso' (do latim 'petrosus').