Palavras

capacidade-maxima-de-agua

Composição de 'capacidade', 'máxima' e 'água'.

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do latim 'capacitas', que significa a qualidade de ser capaz de conter algo, a amplitude. 'Capax' (capaz) e 'capere' (pegar, conter) são as raízes.

Português Antigo

A palavra 'capacidade' já existia, referindo-se à aptidão, habilidade ou volume.

Século XIX/XX

A construção 'capacidade-máxima-de-água' surge como um termo técnico para definir o limite superior de volume de água em um sistema específico, combinando o termo geral com especificadores quantitativos e de substância.

Mudanças de sentido

Geral

O sentido evoluiu de uma noção geral de 'aptidão para conter' para uma medida quantitativa precisa, especialmente no contexto de fluidos como a água.

Técnico

Em engenharia e ciências, o termo adquiriu um significado estritamente quantitativo, referindo-se ao volume máximo absoluto que um recipiente ou sistema pode comportar sem transbordar ou falhar.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações de engenharia hidráulica e tratados sobre recursos hídricos, onde a precisão quantitativa era essencial. (Referência: Arquivos de engenharia do período).

Momentos culturais

Século XX

A discussão sobre a capacidade máxima de reservatórios de água tornou-se relevante em projetos de infraestrutura e no planejamento urbano, aparecendo em debates sobre desenvolvimento e gestão de recursos.

Atualidade

Em documentários e reportagens sobre crises hídricas, secas e inundações, a 'capacidade máxima de água' de rios, represas e aquíferos é frequentemente citada para ilustrar a magnitude dos problemas ou das soluções.

Vida digital

Termo comum em artigos científicos, relatórios técnicos e fóruns de discussão sobre engenharia, meio ambiente e agricultura.

Aparece em especificações técnicas de produtos como filtros de água, garrafas e sistemas de irrigação.

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Comparações culturais

Inglês: 'maximum water capacity' ou 'maximum holding capacity' (para água). Espanhol: 'capacidad máxima de agua'. Ambos os idiomas utilizam construções similares, combinando o termo geral de capacidade com especificadores de limite e substância.

Francês: 'capacité maximale en eau'. Alemão: 'maximale Wasserkapazität'.

Relevância atual

Fundamental para a gestão de recursos hídricos em um cenário de mudanças climáticas, escassez e eventos extremos. É um conceito chave em engenharia ambiental, hidrologia e planejamento de infraestrutura.

A precisão do termo é crucial para a segurança e eficiência de sistemas que lidam com água, desde pequenas embalagens até grandes barragens.

Origem Etimológica

Latim vulgar 'capacitas', derivado de 'capax' (que pode conter, amplo), por sua vez de 'capere' (pegar, conter). A adição de 'máxima' e 'de água' é uma construção mais recente para especificar um limite.

Entrada e Evolução no Português

O termo 'capacidade' existe no português desde o século XIV. A especificação 'capacidade de água' surge em contextos técnicos e científicos. A forma composta 'capacidade-máxima-de-água' é uma construção mais moderna, possivelmente do século XIX ou XX, para precisão em engenharia, hidrologia e biologia.

Uso Contemporâneo

Utilizada em diversos campos: engenharia civil (barragens, reservatórios), agronomia (solo, irrigação), biologia (células, organismos), medicina (volume sanguíneo) e até em discussões sobre recursos hídricos e sustentabilidade.

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Composição de 'capacidade', 'máxima' e 'água'.

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