carina
Do italiano 'carina', diminutivo de 'carena' (quilha).↗ fonte
Origem
Do latim 'carina', significando 'quilha' de um navio, a parte inferior e mais profunda do casco. Por extensão, passou a designar a parte inferior ou a quilha de outras estruturas.
Mudanças de sentido
O sentido principal de 'carina' como 'quilha' de navio ou parte inferior de uma estrutura foi mantido. Houve uma especialização para termos anatômicos em zoologia (aves e insetos) e botânica (algumas plantas).
Primeiro registro
Registros em textos de navegação e tratados científicos da época, embora datas exatas de entrada no português brasileiro sejam difíceis de precisar sem um corpus específico.
Momentos culturais
A palavra aparece em obras literárias que descrevem navegação ou em contextos de estudos biológicos e zoológicos, sem grande destaque cultural popular.
Comparações culturais
Inglês: 'keel' (para navios), 'carina' (em anatomia, especialmente de aves e insetos). Espanhol: 'quilla' (para navios), 'quilla' ou 'carina' (em anatomia). Francês: 'quille' (para navios), 'carène' (para navios), 'carina' (em anatomia).
Relevância atual
A palavra 'carina' mantém sua relevância em nichos específicos: terminologia náutica e descrições anatômicas em zoologia e botânica. É uma palavra formal, dicionarizada, sem uso coloquial expressivo no português brasileiro.
Origem Etimológica
Origem no latim 'carina', que significa 'quilha' de um navio, ou 'parte inferior' de algo. A palavra chegou ao português através do latim.
Entrada e Uso Inicial em Português
A palavra 'carina' foi incorporada ao vocabulário português, possivelmente através de textos científicos ou de navegação, mantendo seu sentido original ligado à anatomia e à náutica.
Uso Especializado e Científico
O termo 'carina' é predominantemente utilizado em contextos científicos, como na zoologia (para descrever partes de insetos e aves) e na anatomia, além de permanecer em uso na terminologia náutica.
Uso Contemporâneo
A palavra 'carina' é formal e dicionarizada, encontrada em dicionários e utilizada em publicações acadêmicas e técnicas. Seu uso no cotidiano é restrito a especialistas.
Do italiano 'carina', diminutivo de 'carena' (quilha).