carnero
Origem
Do latim 'carnarium', relacionado a 'carne', significando açougue ou local de guarda de carne.
Mudanças de sentido
Referia-se a locais de armazenamento ou processamento de carne.
Formas como 'carnaria' ou 'carnaria' eram usadas para açougue. O termo 'carnero' como substantivo para o animal (carneiro) ou o local não se fixou.
A palavra 'carneiro' (o animal) e 'carnear' (o ato de abater) são termos consolidados. 'Carnero' parece ter sido uma forma menos comum ou regional que não prevaleceu.
Palavra sem significado estabelecido ou uso corrente.
Primeiro registro
Registros em latim vulgar e textos medievais que mencionam 'carnarium' e suas derivações.
Possíveis ocorrências em textos portugueses antigos, mas sem consolidação como termo comum.
Comparações culturais
Inglês: A palavra 'carcass' refere-se ao corpo de um animal morto, e 'butchery' ao açougue. 'Ram' é carneiro. Espanhol: 'Carnicería' é açougue, 'carnero' é o animal (ovelha macho). Italiano: 'Carnario' pode se referir a um ossuário ou, em sentido arcaico, a um açougue. Francês: 'Boucherie' é açougue, 'mouton' é ovelha/carneiro.
Relevância atual
A palavra 'carnero' não possui relevância no português brasileiro contemporâneo, não sendo utilizada em conversas cotidianas, mídia ou literatura.
Origem Etimológica
Século XIV - Deriva do latim 'carnarium', que significa 'lugar onde se guarda carne' ou 'açougue'. Relacionado a 'carne'.
Entrada no Português
Séculos XV-XVI - A palavra 'carnear' (abater animais para consumo) já existia. 'Carnaria' ou 'carnaria' (açougue) era comum. 'Carnero' como substantivo para o animal (carneiro) ou para o local de abate não se consolidou no português europeu ou brasileiro.
Uso no Português Brasileiro
Séculos XIX-XXI - A palavra 'carnero' não possui um significado estabelecido ou uso corrente no português brasileiro. É possível que ocorra em contextos muito específicos, como regionalismos arcaicos ou em textos que reproduzam formas antigas do idioma, mas não faz parte do léxico ativo.