carpelo

Do grego 'kárpos' (fruto) e 'meros' (parte).

Origem

Século XIX

Do grego 'karpós' (fruto) e 'meros' (parte), compondo um termo para a unidade reprodutiva feminina da flor.

Mudanças de sentido

Século XIX

Conceito botânico para a unidade estrutural da flor que contém o ovário, estilete e estigma, diretamente ligada à formação do fruto.

Atualidade

Mantém o sentido estritamente técnico e científico na botânica.

Primeiro registro

Final do século XIX / Início do século XX

Registros em manuais e tratados de botânica em língua portuguesa, possivelmente em traduções de obras alemãs ou francesas da época.

Comparações culturais

Inglês: 'carpel' (mesma origem grega, uso idêntico em botânica). Espanhol: 'carpelo' (mesma origem grega, uso idêntico em botânica). Francês: 'carpelle' (origem grega, uso botânico).

Relevância atual

A palavra 'carpelo' mantém sua relevância estritamente no campo da botânica e biologia vegetal, sendo fundamental para a descrição e classificação de plantas. Sua presença fora desse contexto é mínima, sendo um termo de nicho científico.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do grego 'karpós' (fruto) e 'meros' (parte), referindo-se à parte da flor que contém o ovário, essencial para a frutificação.

Entrada na Língua Portuguesa

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'carpelo' entra no vocabulário científico da botânica em língua portuguesa, provavelmente através de traduções de obras europeias ou pela influência de botânicos estrangeiros.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico da botânica, usado em contextos acadêmicos, de pesquisa e em publicações especializadas. Sua presença é formal e restrita ao campo científico.

carpelo

Do grego 'kárpos' (fruto) e 'meros' (parte).

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