cartaxeiro
Derivado de 'cartaz' + sufixo '-eiro'.↗ fonte
Origem
Derivação do substantivo 'cartaz' (francês 'carte', folha de papel) com o sufixo '-eiro' (indicador de profissão).
Mudanças de sentido
Aquele que faz ou vende cartazes; também, aquele que faz ou vende cartões.
O termo perdeu sua força e especificidade, sendo substituído por termos mais modernos como 'designer gráfico' ou 'artesão de papelaria'.
Primeiro registro
Presença em dicionários e vocabulários da língua portuguesa que registram termos relacionados a ofícios e profissões da época.
Momentos culturais
Associado à paisagem urbana e à comunicação visual de massa, com cartazes anunciando espetáculos, produtos e eventos.
Comparações culturais
Inglês: 'Poster maker' ou 'billposter' para quem fazia cartazes; 'card maker' para quem fazia cartões. Espanhol: 'Cartelero' (para cartazes) ou 'tarjetero' (para cartões). Ambos os idiomas possuem termos mais diretos e específicos para as funções.
Relevância atual
O termo 'cartaxeiro' é arcaico e de uso restrito, quase inexistente no vocabulário corrente brasileiro. A função foi absorvida por novas tecnologias e profissões.
Origem e Entrada no Português
Século XIX - Derivação do substantivo 'cartaz', que por sua vez tem origem no francês 'carte' (mapa, folha de papel). O sufixo '-eiro' indica profissão ou ofício.
Uso Histórico e Evolução
Final do Século XIX e início do Século XX - Associado à produção e venda de cartazes, especialmente em centros urbanos em crescimento, onde a publicidade impressa ganhava força. Também podia se referir a quem fazia ou vendia cartões.
Uso Contemporâneo
Atualidade - O termo 'cartaxeiro' é raramente utilizado no dia a dia. A profissão específica de quem faz cartazes é hoje englobada por designers gráficos, publicitários ou gráficas. O sentido de quem faz ou vende cartões é mais comum em contextos de artesanato ou papelaria personalizada, mas ainda assim, o termo 'cartazeiro' não é o mais usual.
Derivado de 'cartaz' + sufixo '-eiro'.