cinomose
Do grego 'kynos' (cão) e 'myelos' (medula).↗ fonte
Origem
Do grego 'kynós' (cão) e 'mós' (doença), significando literalmente 'doença de cão'.
Primeiro registro
Registros em publicações veterinárias e científicas brasileiras da época, documentando a identificação e estudo da doença em cães no país.
Comparações culturais
Inglês: Canine distemper. Espanhol: Moquillo canino ou Distemper canino. A nomenclatura em inglês e espanhol também reflete a origem etimológica ligada à espécie canina e à natureza da doença.
Relevância atual
A palavra 'cinomose' mantém sua relevância no contexto da saúde animal no Brasil, sendo fundamental para veterinários, tutores de cães e órgãos de controle sanitário. A conscientização sobre a vacinação contra a cinomose é um tema recorrente na mídia especializada e em campanhas de saúde pública animal.
Origem Etimológica
Século XIX - Deriva do grego 'kynós' (cão) e 'mós' (doença), referindo-se a uma doença canina.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX - A palavra 'cinomose' entra no vocabulário médico e veterinário do português, especialmente no Brasil, com a crescente domesticação de cães e a necessidade de classificar suas enfermidades.
Uso Contemporâneo
Atualidade - 'Cinomose' é um termo técnico amplamente reconhecido na medicina veterinária brasileira, utilizado em clínicas, laboratórios e em campanhas de vacinação. Sua menção fora do contexto veterinário é rara, mas pode aparecer em discussões sobre saúde animal ou em notícias sobre surtos da doença.
Do grego 'kynos' (cão) e 'myelos' (medula).