citomegalovírus
Do grego 'kýtos' (célula) + 'megas' (grande) + 'vīrus' (veneno).↗ fonte
Origem
Do grego 'kytos' (célula) + 'megas' (grande) + 'virus' (veneno, fluido). Refere-se à característica de causar citomegalia (aumento do tamanho das células) observada nas células infectadas.
Primeiro registro
O termo começou a ser utilizado em publicações científicas internacionais após a identificação do vírus, com sua entrada no português ocorrendo paralelamente em artigos e livros de medicina e virologia.
Comparações culturais
Inglês: Cytomegalovirus (CMV). Espanhol: Citomegalovirus (CMV). O termo é amplamente internacionalizado, mantendo a mesma raiz etimológica e uso técnico em diversas línguas.
Relevância atual
O citomegalovírus (CMV) é um patógeno comum, e a palavra é relevante em discussões sobre saúde materno-infantil, transplantes de órgãos, HIV/AIDS e outras condições que afetam o sistema imunológico. A conscientização sobre a infecção e suas potenciais complicações mantém a palavra em uso frequente em contextos de saúde.
Origem Etimológica
Metade do século XX — termo cunhado a partir de elementos gregos: 'cyto-' (célula) e 'mega-' (grande), referindo-se ao tamanho aumentado das células infectadas pelo vírus.
Entrada e Consolidação na Língua Portuguesa
Segunda metade do século XX — O termo 'citomegalovírus' entra no vocabulário científico e médico em português, acompanhando a descoberta e o estudo do vírus em nível global. Inicialmente restrito a publicações especializadas.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Citomegalovírus' é uma palavra formal e dicionarizada, amplamente utilizada em contextos médicos, de saúde pública e em discussões sobre infecções virais, especialmente em relação a gestantes, recém-nascidos e indivíduos imunocomprometidos.
Do grego 'kýtos' (célula) + 'megas' (grande) + 'vīrus' (veneno).