clástica
Do grego 'klastós', fragmentado.
Origem
Do grego 'klastikos', significando relativo a fragmentos, derivado do verbo 'klan' (quebrar).
Mudanças de sentido
O sentido permaneceu estritamente técnico, ligado à descrição de rochas e minerais fragmentados, sem desvios semânticos significativos para o uso geral.
A palavra 'clástica' é um termo de jargão científico, com um significado preciso e restrito ao campo da geologia. Diferente de palavras com maior circulação social, não sofreu ressignificações populares ou mudanças de conotação ao longo do tempo.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas brasileiras de geologia e mineralogia, traduzindo ou adaptando termos de origem europeia.
Representações
Praticamente inexistente em representações midiáticas populares, limitando-se a documentários ou materiais educativos sobre geologia.
Comparações culturais
Inglês: 'clastic' (mesmo sentido geológico). Espanhol: 'clástico' (mesmo sentido geológico). Francês: 'clastique' (mesmo sentido geológico). Alemão: 'klastisch' (mesmo sentido geológico).
Relevância atual
A relevância de 'clástica' é restrita ao meio acadêmico e profissional da geologia e áreas afins no Brasil. Fora desse nicho, a palavra é desconhecida ou raramente utilizada.
Origem Etimológica
Deriva do grego 'klastikos', relativo a fragmentos, do verbo 'klan', quebrar. O termo se consolidou em contextos científicos, especialmente na geologia.
Entrada no Português
A palavra 'clástica' entrou no vocabulário científico de língua portuguesa, provavelmente a partir do inglês 'clastic' ou do francês 'clastique', com a expansão do conhecimento geológico e mineralógico no Brasil.
Uso Contemporâneo
Mantém seu uso técnico em geologia e mineralogia, referindo-se a rochas sedimentares compostas por fragmentos (clastos). Raramente utilizada fora desse contexto especializado.
Do grego 'klastós', fragmentado.