clástica

Do grego 'klastós', fragmentado.

Origem

Antiguidade Clássica

Do grego 'klastikos', significando relativo a fragmentos, derivado do verbo 'klan' (quebrar).

Mudanças de sentido

Consolidação Científica

O sentido permaneceu estritamente técnico, ligado à descrição de rochas e minerais fragmentados, sem desvios semânticos significativos para o uso geral.

A palavra 'clástica' é um termo de jargão científico, com um significado preciso e restrito ao campo da geologia. Diferente de palavras com maior circulação social, não sofreu ressignificações populares ou mudanças de conotação ao longo do tempo.

Primeiro registro

Século XIX - Início do Século XX

Registros em publicações científicas brasileiras de geologia e mineralogia, traduzindo ou adaptando termos de origem europeia.

Representações

Praticamente inexistente em representações midiáticas populares, limitando-se a documentários ou materiais educativos sobre geologia.

Comparações culturais

Inglês: 'clastic' (mesmo sentido geológico). Espanhol: 'clástico' (mesmo sentido geológico). Francês: 'clastique' (mesmo sentido geológico). Alemão: 'klastisch' (mesmo sentido geológico).

Relevância atual

A relevância de 'clástica' é restrita ao meio acadêmico e profissional da geologia e áreas afins no Brasil. Fora desse nicho, a palavra é desconhecida ou raramente utilizada.

Origem Etimológica

Deriva do grego 'klastikos', relativo a fragmentos, do verbo 'klan', quebrar. O termo se consolidou em contextos científicos, especialmente na geologia.

Entrada no Português

A palavra 'clástica' entrou no vocabulário científico de língua portuguesa, provavelmente a partir do inglês 'clastic' ou do francês 'clastique', com a expansão do conhecimento geológico e mineralógico no Brasil.

Uso Contemporâneo

Mantém seu uso técnico em geologia e mineralogia, referindo-se a rochas sedimentares compostas por fragmentos (clastos). Raramente utilizada fora desse contexto especializado.

clástica

Do grego 'klastós', fragmentado.

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