Palavras

clonar

Do inglês 'clone', do grego 'klon' (ramo, broto).

Origem

Século XX

Do grego 'klon' (galho, ramo, broto) + sufixo '-ar'. Cunhado por Hans Spemann para reprodução assexuada de embriões.

Mudanças de sentido

Meados do Século XX

Sentido original: reprodução assexuada de organismos, especialmente embriões.

Final do Século XX - Atualidade

Ampliação para clonagem de animais e, metaforicamente, para cópia de ideias, comportamentos ou objetos.

O sucesso da clonagem da ovelha Dolly em 1996 popularizou o termo e expandiu seu uso para além do estritamente biológico, permitindo aplicações em contextos de replicação e imitação em diversas áreas.

Primeiro registro

Década de 1930

O termo 'clon' e suas derivações foram introduzidos por Hans Spemann em publicações científicas para descrever seus experimentos com embriões.

Década de 1990

A popularização do verbo 'clonar' no uso geral ocorre com a divulgação da clonagem de animais, notadamente a ovelha Dolly.

Momentos culturais

1996

Clonagem da ovelha Dolly: evento científico que gerou amplo debate ético e midiático, solidificando o termo 'clonar' no imaginário popular.

Final do Século XX - Início do Século XXI

A ficção científica explora temas de clonagem humana e suas implicações éticas e sociais, influenciando a percepção pública do termo.

Conflitos sociais

Final do Século XX - Atualidade

Debates éticos sobre a clonagem humana, a possibilidade de 'clonar' pessoas e as implicações para a identidade e a individualidade.

Vida digital

Atualidade

O termo 'clonar' é frequentemente usado em discussões online sobre inteligência artificial, cópias de software, e em sentido figurado para descrever a replicação de conteúdo viral ou tendências.

Representações

Final do Século XX - Atualidade

Filmes como 'Blade Runner', 'Gattaca' e séries exploram o conceito de clonagem, frequentemente associando-o a dilemas morais e existenciais.

Comparações culturais

Século XX - Atualidade

Inglês: 'clone' (verbo e substantivo), com uso similar ao português, popularizado pela ficção científica e avanços biotecnológicos. Espanhol: 'clonar' (verbo) e 'clon' (substantivo), também com acepção científica e figurada. Francês: 'cloner' (verbo) e 'clône' (substantivo), seguindo a mesma trajetória semântica.

Relevância atual

Atualidade

O verbo 'clonar' mantém sua relevância em discussões sobre biotecnologia, ética, inteligência artificial e, metaforicamente, em contextos de replicação e imitação em diversas esferas da vida social e digital.

Origem Etimológica

Século XX — Deriva do grego 'klon' (galho, ramo, broto) e do sufixo '-ar', indicando ação. O termo foi cunhado pelo cientista alemão Hans Spemann na década de 1930 para descrever a reprodução assexuada de embriões, mas ganhou popularidade e seu sentido moderno com o desenvolvimento da clonagem de animais.

Entrada na Língua Portuguesa

Meados do Século XX — A palavra 'clonar' e seus derivados entram no vocabulário científico e, posteriormente, no uso geral, impulsionados por avanços na biologia molecular e pela divulgação midiática de experimentos de clonagem, como o da ovelha Dolly em 1996.

Uso Contemporâneo

Atualidade — O verbo 'clonar' é amplamente utilizado em contextos científicos, tecnológicos e figurados. Refere-se à reprodução idêntica de organismos, mas também, metaforicamente, à cópia ou replicação de ideias, comportamentos ou objetos. A palavra 'clonar' é uma palavra formal/dicionarizada.

clonar

Do inglês 'clone', do grego 'klon' (ramo, broto).

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