cogitação
Do latim cogitatio, -onis, 'pensamento, reflexão'.
Origem
Do latim 'cogitatio, cogitationis', que significa 'pensamento, reflexão, meditação'. Deriva do verbo 'cogitare', pensar.
Mudanças de sentido
O sentido original de 'ato ou efeito de pensar, refletir' foi mantido desde sua entrada na língua.
A palavra 'cogitação' manteve seu sentido formal e dicionarizado, sem grandes desvios semânticos.
Diferentemente de outras palavras que sofrem ressignificações constantes, 'cogitação' preserva sua conotação de um processo mental mais elaborado e formal, raramente sendo usada em contextos informais ou coloquiais.
Primeiro registro
Registros em textos literários e filosóficos da época indicam o uso da palavra com seu sentido latino original. (Referência: corpus_literario_antigo.txt)
Momentos culturais
Presença em obras de filósofos e escritores que discutiam a natureza do pensamento e da consciência. (Referência: corpus_filosofico_portugues.txt)
Utilizada em debates acadêmicos e jurídicos para descrever processos de deliberação e raciocínio. (Referência: corpus_juridico_academico.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'cogitation' (termo formal, menos comum que 'thought' ou 'reflection'). Espanhol: 'cogitación' (similar ao português, termo formal para reflexão profunda). Francês: 'cogitation' (termo formal, sinônimo de 'réflexion').
Relevância atual
A palavra 'cogitação' mantém sua relevância como um termo formal para descrever um processo de pensamento profundo e deliberado, sendo utilizada em contextos acadêmicos, filosóficos e jurídicos, onde a precisão terminológica é essencial. Sua frequência de uso é menor em comparação com sinônimos mais comuns como 'pensamento' ou 'reflexão'.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XV/XVI — Deriva do latim 'cogitatio, cogitationis', significando 'pensamento, reflexão, meditação'. A palavra entrou no português com este sentido fundamental, possivelmente através do latim eclesiástico ou acadêmico.
Evolução do Sentido e Uso Formal
Séculos XVII-XIX — A palavra 'cogitação' consolida-se na língua portuguesa como um termo formal para o ato de pensar profundamente, refletir sobre algo. É encontrada em textos filosóficos, literários e jurídicos, mantendo seu sentido original de processo mental deliberado.
Uso Contemporâneo e Dicionarizado
Século XX - Atualidade — 'Cogitação' permanece como um termo formal e dicionarizado, sinônimo de reflexão, ponderação ou deliberação. Seu uso é mais comum em contextos que exigem um registro linguístico elevado, como em debates acadêmicos, documentos oficiais ou discussões filosóficas.
Do latim cogitatio, -onis, 'pensamento, reflexão'.