cogitarmos
Do latim cogitare, 'pensar', 'refletir'.
Origem
Do latim 'cogitare', significando pensar, refletir, ponderar, conceber na mente.
Mudanças de sentido
O sentido de 'cogitar' permaneceu notavelmente estável ao longo dos séculos, sempre associado ao ato de pensar, refletir ou ponderar sobre algo. A forma 'cogitarmos' é uma conjugação específica que mantém esse sentido.
Embora o sentido central seja o mesmo, o contexto de uso da palavra evoluiu. Em épocas mais antigas, 'cogitar' poderia ter conotações mais filosóficas ou teológicas. Na atualidade, embora ainda formal, pode aparecer em discussões sobre planejamento, estratégia ou tomada de decisão.
Primeiro registro
Registros da língua portuguesa antiga já apresentam o verbo 'cogitar' e suas conjugações, indicando sua presença desde os primórdios da formação do idioma.
Momentos culturais
A palavra 'cogitar' e suas formas conjugadas aparecem frequentemente em obras literárias e filosóficas brasileiras, refletindo um registro formal e intelectual da língua.
Em discursos políticos e acadêmicos, 'cogitarmos' pode ser usada para introduzir propostas ou reflexões sobre o futuro do país ou de determinada área do conhecimento.
Comparações culturais
Inglês: 'to consider', 'to contemplate', 'to ponder'. Espanhol: 'considerar', 'reflexionar', 'pensar'. O verbo 'cogitar' em português compartilha a raiz latina com o espanhol 'considerar' e o inglês 'consider' (via francês antigo 'considerer'), todos remetendo à ideia de examinar mentalmente. O inglês 'to cogitate' existe, mas é menos comum e mais formal que 'to think' ou 'to consider'.
Relevância atual
A forma 'cogitarmos' é reconhecida como uma palavra formal e dicionarizada. Sua relevância reside em sua capacidade de conferir solenidade e precisão a um discurso, sendo mais comum em textos escritos e em situações de fala que demandam formalidade, como em debates, palestras e documentos oficiais. No contexto digital, seu uso é menos frequente em interações informais, mas pode aparecer em artigos de opinião ou discussões aprofundadas.
Origem Etimológica
Deriva do verbo latino 'cogitare', que significa pensar, refletir, ponderar. Essa raiz remonta a tempos antigos, indicando a ação mental de processar ideias.
Entrada e Evolução no Português
O verbo 'cogitar' e suas conjugações, como 'cogitarmos', foram incorporados ao português através do latim vulgar, mantendo seu sentido original de pensar ou refletir. Sua presença é documentada desde os primeiros registros da língua portuguesa.
Uso Contemporâneo no Brasil
A forma 'cogitarmos' é uma conjugação verbal formal, utilizada em contextos que exigem um registro mais elaborado da língua, como na escrita acadêmica, literária ou em discursos formais. No uso coloquial, formas como 'pensarmos' ou 'a gente pensar' são mais comuns.
Do latim cogitare, 'pensar', 'refletir'.