cogitavas
Do latim cogitare, 'pensar', 'refletir'.
Origem
Do verbo latino 'cogitare', que significa pensar, refletir, ponderar, conceber na mente. 'Cogitavas' é a forma conjugada na segunda pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo.
Mudanças de sentido
O sentido original de 'pensar profundamente', 'refletir' ou 'ponderar' foi mantido desde o latim.
A forma 'cogitavas' mantém o sentido original, mas seu uso é raro e soa formal ou arcaico. → ver detalhes
No português brasileiro moderno, a preferência em contextos informais é por formas mais simples como 'você pensava' ou 'pensavas'. O uso de 'cogitavas' pode ser intencional para conferir um tom literário, poético ou para criar um distanciamento temporal ou formal.
Primeiro registro
Registros do uso do verbo 'cogitar' em textos em galego-português, com conjugações que precedem a forma específica 'cogitavas'.
Momentos culturais
Presença em obras literárias que buscam um registro linguístico mais formal ou arcaizante, como em textos de Camões ou em crônicas medievais.
Utilizado por autores que exploram a linguagem para evocar épocas passadas ou para dar um tom mais solene a reflexões, como em alguns poetas do século XIX ou XX.
Comparações culturais
Inglês: 'You were thinking' ou 'You used to think'. Espanhol: 'Pensabas' ou 'Tú cavilabas'. O uso de formas verbais mais elaboradas ou arcaicas como 'cogitavas' não tem um paralelo direto em termos de frequência ou naturalidade no inglês ou espanhol contemporâneos, onde formas mais simples prevalecem.
Relevância atual
No português brasileiro, 'cogitavas' é uma forma verbal que sobrevive principalmente em contextos literários, acadêmicos ou em tentativas de emular um discurso mais formal ou antigo. Sua relevância é mais histórica e gramatical do que de uso corrente.
Origem Latina e Entrada no Português
Século XII-XIII — Derivado do latim 'cogitare', que significa pensar, refletir, ponderar. A forma 'cogitavas' é a segunda pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo do verbo cogitar.
Evolução do Uso no Português
Séculos XIV-XVIII — O verbo 'cogitar' e suas conjugações, como 'cogitavas', eram amplamente utilizados na literatura e na fala culta, mantendo o sentido original de pensar ou ponderar. A forma 'cogitavas' era comum em textos formais e religiosos.
Uso Contemporâneo no Português Brasileiro
Séculos XIX-Atualidade — 'Cogitavas' é uma forma verbal que, embora gramaticalmente correta, soa arcaica e formal no português brasileiro contemporâneo. Seu uso é restrito a contextos literários, religiosos ou para evocar um tom mais elevado e reflexivo. Em conversas informais, prefere-se 'pensavas' ou 'você pensava'.
Do latim cogitare, 'pensar', 'refletir'.