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cogito

Do latim 'cogito', primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo 'cogitare' (pensar).fonte

Origem

Latim

Do verbo latino 'cogito, cogitare', que significa 'pensar', 'refletir', 'imaginar'. É a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo.

Mudanças de sentido

Século XVII

Entrada no vocabulário filosófico ocidental, popularizada por René Descartes como a base da certeza existencial ('Penso, logo existo'). O 'cogito' cartesiano representa a autoconsciência como ponto de partida para o conhecimento.

O uso de 'cogito' como substantivo em português remete diretamente a essa formulação filosófica, designando o próprio ato ou o conteúdo do pensamento como prova da existência.

Século XX - Atualidade

Mantém o sentido filosófico, mas é raramente usado em conversas cotidianas. Sua presença é mais forte em textos acadêmicos, ensaios e discussões sobre filosofia da mente ou epistemologia. É uma palavra formal e dicionarizada, sem ressignificações populares significativas.

A palavra 'cogito' é identificada como uma 'Palavra formal/dicionarizada' no contexto fornecido, indicando seu status em registros linguísticos formais e sua ausência em gírias ou usos informais.

Primeiro registro

Século XVII

A popularização do termo em português se dá com a tradução e disseminação das obras de René Descartes, a partir do século XVII, consolidando seu uso no meio acadêmico e filosófico.

Momentos culturais

Século XVII

A máxima 'Cogito, ergo sum' de Descartes torna-se um marco na filosofia ocidental, influenciando o pensamento sobre a razão, a consciência e a existência. A palavra 'cogito' passa a ser sinônimo dessa reflexão fundamental.

Século XX

O termo é frequentemente citado em debates sobre existencialismo, fenomenologia e filosofia da mente, mantendo sua relevância em círculos intelectuais.

Comparações culturais

Inglês: 'Cogito' é usado de forma similar, principalmente em referência ao 'Cogito, ergo sum' de Descartes e em contextos filosóficos. O verbo 'to cogitate' existe, mas é arcaico e formal. Espanhol: 'Cogito' também é reconhecido em seu sentido filosófico cartesiano. O verbo 'coger' (em alguns contextos) pode ter significados diferentes e não relacionados ao ato de pensar, mas o termo 'cogito' em si mantém a conotação filosófica. Francês: 'Cogito' é a palavra original de Descartes ('Je pense, donc je suis'), mantendo forte ligação com a filosofia francesa.

Relevância atual

A palavra 'cogito' mantém sua relevância em âmbitos acadêmicos e filosóficos, sendo um termo técnico para o ato de pensar ou a consciência. Fora desses círculos, seu uso é raro, mas a referência ao 'Cogito, ergo sum' é amplamente conhecida, conferindo à palavra um peso histórico e intelectual significativo.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XVII - Derivado do latim 'cogito, cogitare', que significa 'pensar', 'refletir'. A palavra entra no português como um termo filosófico, especialmente associado ao 'Cogito, ergo sum' (Penso, logo existo) de René Descartes.

Uso Filosófico e Literário

Séculos XVII - XIX - Utilizado predominantemente em contextos acadêmicos e literários para se referir ao ato de pensar, à consciência ou ao raciocínio. Sua forma substantivada é menos comum que o verbo 'cogitar'.

Uso Contemporâneo e Dicionarizado

Século XX - Atualidade - A palavra 'cogito' é formalmente registrada em dicionários como um substantivo que denota o pensamento ou o ato de pensar. É uma palavra de uso restrito, mais comum em textos filosóficos, acadêmicos ou em citações específicas.

cogito

Do latim 'cogito', primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo 'cogitare' (pensar).

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