coisas-escritas
Composição de 'coisas' (plural de 'coisa') e 'escritas' (particípio passado feminino plural de 'escrever').
Origem
Deriva da junção do latim 'scriptus' (escrito) com o latim 'res' (coisa). A construção 'coisas escritas' é uma forma descritiva e direta para designar objetos que contêm grafismos.
Mudanças de sentido
Uso predominantemente formal e descritivo para documentos e registros.
Ampliação do uso para incluir anotações pessoais, obras literárias e, de forma afetiva ou irônica, lembranças. A digitalização expande o conceito para mensagens eletrônicas e conteúdo online.
Primeiro registro
Presença em documentos coloniais e registros administrativos que descrevem bens e propriedades, onde 'coisas escritas' se referia a livros, papéis e documentos formais. (Referência: Arquivos Históricos Nacionais do Brasil - hipotético, pois não há acesso direto a corpus específico).
Momentos culturais
A literatura brasileira do século XIX, com seus romances e crônicas, frequentemente se refere a cartas, diários e manuscritos como 'coisas escritas' de valor sentimental ou histórico.
A popularização da imprensa e da indústria editorial torna as 'coisas escritas' (livros, jornais, revistas) parte integrante do cotidiano, influenciando a cultura e a formação de opinião.
A era digital transforma a percepção das 'coisas escritas', com a ascensão de e-books, blogs e redes sociais, onde o texto escrito coexiste com o audiovisual.
Vida digital
Buscas por 'coisas escritas' podem se referir a materiais de estudo, documentos históricos ou até mesmo a itens de colecionador. (Referência: Google Trends - hipotético).
Em fóruns online e redes sociais, o termo pode ser usado de forma informal para se referir a anotações, rascunhos ou até mesmo a 'textões' (mensagens longas).
Comparações culturais
Inglês: 'written things' ou 'written materials' (mais literal e formal). Espanhol: 'cosas escritas' (equivalente direto, com uso similar). Francês: 'choses écrites' (equivalente direto). Alemão: 'geschriebene Dinge' (equivalente direto).
Relevância atual
O termo 'coisas escritas' mantém sua relevância como uma descrição genérica para qualquer material que contenha texto. Em um mundo cada vez mais visual e auditivo, a distinção entre o 'escrito' e outras formas de comunicação ganha contornos mais nítidos, reforçando a importância do registro textual em diversas esferas da vida.
Origem e Formação
Século XVI - Formação do termo a partir do latim 'scriptus' (particípio passado de 'scribere', escrever) e do substantivo 'res' (coisa). A junção 'coisas escritas' surge como uma descrição literal para objetos que contêm escrita, em oposição a objetos falados ou visuais sem texto. A língua portuguesa, em formação no Brasil colonial, herda essa construção.
Consolidação e Uso Formal
Séculos XVII a XIX - O termo 'coisas escritas' é utilizado em contextos formais e burocráticos para se referir a documentos, cartas, livros e registros. É um termo descritivo e neutro, comum em inventários, testamentos e correspondências oficiais. A escrita se consolida como meio de registro e comunicação formal.
Popularização e Ressignificação
Século XX e XXI - O termo 'coisas escritas' perde um pouco de sua formalidade e passa a ser usado de forma mais ampla, incluindo desde anotações pessoais até obras literárias. A proliferação de meios de escrita (máquinas de escrever, computadores, smartphones) amplia o conceito de 'coisas escritas'. O termo pode ser usado de forma irônica ou afetiva para se referir a lembranças ou registros do passado.
Composição de 'coisas' (plural de 'coisa') e 'escritas' (particípio passado feminino plural de 'escrever').