colédoco
Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (recipiente, conduto).↗ fonte
Origem
Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (receptáculo, conduto).
Mudanças de sentido
Conceito anatômico e fisiológico específico: o canal biliar principal.
Mantém o sentido técnico original, sendo um termo de alta especialização médica.
A palavra 'colédoco' não sofreu ressignificações populares ou mudanças de sentido fora do contexto médico-científico. Sua trajetória é marcada pela precisão terminológica.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e anatômicas em língua portuguesa, refletindo a adoção de terminologia científica internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'Common bile duct'. Espanhol: 'Conducto colédoco' ou 'Conducto biliar común'. Ambos os idiomas utilizam termos técnicos diretos, derivados do grego ou com descrições anatômicas claras, sem equivalentes populares.
Relevância atual
Termo fundamental na prática clínica e cirúrgica, essencial para diagnósticos e tratamentos de doenças hepáticas e biliares. Presente em artigos científicos, livros didáticos e prontuários médicos.
Origem Etimológica e Conceitual
Século XIX — termo médico derivado do grego antigo 'khole' (bile) e 'dokhé' (receptáculo, conduto), referindo-se ao canal que transporta a bile.
Entrada e Consolidação no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'colédoco' entra no vocabulário médico e científico do português, especialmente com o avanço da anatomia e da cirurgia.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Colédoco' é um termo técnico amplamente utilizado na medicina, particularmente em gastroenterologia e cirurgia hepatobiliar, com registro formal em dicionários e literatura médica.
Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (recipiente, conduto).