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colédoco

Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (recipiente, conduto).fonte

Origem

Século XIX

Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (receptáculo, conduto).

Mudanças de sentido

Século XIX

Conceito anatômico e fisiológico específico: o canal biliar principal.

Atualidade

Mantém o sentido técnico original, sendo um termo de alta especialização médica.

A palavra 'colédoco' não sofreu ressignificações populares ou mudanças de sentido fora do contexto médico-científico. Sua trajetória é marcada pela precisão terminológica.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações médicas e anatômicas em língua portuguesa, refletindo a adoção de terminologia científica internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'Common bile duct'. Espanhol: 'Conducto colédoco' ou 'Conducto biliar común'. Ambos os idiomas utilizam termos técnicos diretos, derivados do grego ou com descrições anatômicas claras, sem equivalentes populares.

Relevância atual

Termo fundamental na prática clínica e cirúrgica, essencial para diagnósticos e tratamentos de doenças hepáticas e biliares. Presente em artigos científicos, livros didáticos e prontuários médicos.

Origem Etimológica e Conceitual

Século XIX — termo médico derivado do grego antigo 'khole' (bile) e 'dokhé' (receptáculo, conduto), referindo-se ao canal que transporta a bile.

Entrada e Consolidação no Português

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'colédoco' entra no vocabulário médico e científico do português, especialmente com o avanço da anatomia e da cirurgia.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Colédoco' é um termo técnico amplamente utilizado na medicina, particularmente em gastroenterologia e cirurgia hepatobiliar, com registro formal em dicionários e literatura médica.

colédoco

Do grego 'khole' (bile) e 'dokhé' (recipiente, conduto).

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