comecar-a-gostar
Combinação do verbo 'começar' com a preposição 'a' e o verbo 'gostar'.
Origem
Deriva do latim 'cominitiare' (começar) e 'gustare' (provar, experimentar, sentir afeição).
Mudanças de sentido
Sentido inicial de iniciar uma experiência sensorial que evolui para afeição.
Mantém o sentido de desenvolver afeição ou interesse, mas frequentemente associado a processos psicológicos e de autoconhecimento.
A expressão 'começar a gostar' é frequentemente usada em contextos de terapia, autoajuda e desenvolvimento de hobbies, indicando um processo gradual de aceitação e apreço por novas experiências ou pessoas.
Primeiro registro
Registros em textos literários e crônicas da época, indicando o uso consolidado da expressão.
Momentos culturais
Popularização em canções românticas e obras literárias que exploram o desenvolvimento de sentimentos.
Presente em discussões sobre relacionamentos, desenvolvimento pessoal e descoberta de novos interesses em mídias sociais e podcasts.
Vida emocional
Associada a sentimentos de descoberta, curiosidade, afeição gradual e, por vezes, surpresa.
Vida digital
Comum em posts de redes sociais descrevendo o início de um interesse por um hobby, série, música ou pessoa.
Utilizada em hashtags relacionadas a descobertas e novos amores ou paixões.
Representações
Frequentemente usada em diálogos para descrever o desenvolvimento de um romance ou o interesse por uma nova atividade.
Comparações culturais
Inglês: 'to start liking', 'to grow fond of'. Espanhol: 'empezar a gustar', 'cogerle cariño'. Francês: 'commencer à aimer'.
Relevância atual
A expressão mantém sua relevância no português brasileiro, sendo uma forma comum e natural de descrever o início de um sentimento positivo, seja por objetos, atividades ou pessoas.
Formação do Português
Séculos V-XV — A expressão 'começar a gostar' se forma a partir da junção do verbo 'começar' (do latim 'cominitiare', iniciar) e da locução prepositiva 'a gostar' (do latim 'gustare', provar, experimentar, e que evoluiu para o sentido de sentir afeição).
Consolidação do Uso
Séculos XVI-XIX — A expressão se consolida na língua portuguesa, aparecendo em textos literários e cotidianos com o sentido de desenvolver afeição ou interesse inicial por algo ou alguém.
Modernidade e Contemporaneidade
Século XX-Atualidade — A expressão mantém seu sentido original, mas ganha nuances com o desenvolvimento da psicologia e das relações interpessoais. Torna-se comum em contextos de desenvolvimento pessoal, relacionamentos amorosos e hobbies.
Combinação do verbo 'começar' com a preposição 'a' e o verbo 'gostar'.