comecar-a-nutrir-aversao
Formado pela junção do verbo 'começar', da preposição 'a', do verbo 'nutrir' e do substantivo 'aversão'.
Origem
Deriva da junção de 'começar' (latim 'cominitiare'), 'nutrir' (latim 'nutrire') e 'aversão' (latim 'aversio'). A construção é uma perífrase verbal que descreve o processo de desenvolvimento de um sentimento.
Mudanças de sentido
O sentido original de iniciar o cultivo de um sentimento de repulsa é mantido. A expressão é literal e descritiva.
A expressão mantém seu sentido literal, sendo utilizada para descrever o início de um sentimento de antipatia ou desgosto por algo ou alguém. Não há grandes ressignificações, mas sim variações de contexto de uso.
A força da expressão reside na sua clareza: 'começar' indica o ponto de partida, 'nutrir' o processo gradual e 'aversão' o sentimento negativo resultante. É uma descrição precisa de um processo psicológico.
Primeiro registro
A construção verbal composta 'começar a nutrir aversão' é inerente à gramática e ao vocabulário do português em formação, não havendo um único registro isolado, mas sim sua presença em textos da época que descrevem sentimentos e ações.
Momentos culturais
Presente em obras literárias para descrever o desenvolvimento de antipatias entre personagens, em romances, peças teatrais e crônicas.
Utilizada em análises sobre a formação de preconceitos, vieses e a dinâmica de relacionamentos interpessoais e sociais.
Vida emocional
A expressão carrega um peso negativo intrínseco, associado ao início de sentimentos de repulsa, desgosto e antipatia. Descreve um processo que pode levar a conflitos e distanciamento.
Vida digital
A expressão é utilizada em fóruns online, redes sociais e artigos de opinião para descrever o desenvolvimento de antipatias em relação a figuras públicas, políticas ou tendências culturais. Sua clareza a torna útil em discussões sobre polarização.
Comparações culturais
Inglês: 'to begin to harbor aversion' ou 'to start to feel aversion'. Espanhol: 'empezar a sentir aversión' ou 'comenzar a nutrir aversión'. Ambas as línguas utilizam construções verbais similares para expressar o mesmo conceito, focando no início do desenvolvimento de um sentimento negativo.
Relevância atual
A expressão mantém sua relevância em contextos que demandam a descrição precisa do início de sentimentos negativos, seja em análises psicológicas, sociais, políticas ou em narrativas cotidianas. Sua clareza e literalidade garantem sua compreensão.
Formação do Português
Séculos XII-XIII — A expressão 'começar a nutrir aversão' surge como uma construção verbal composta, onde 'começar' (do latim 'cominitiare') indica o início de uma ação, 'nutrir' (do latim 'nutrire') o desenvolvimento ou cultivo, e 'aversão' (do latim 'aversio') o sentimento de repulsa ou desgosto.
Período Colonial e Imperial
Séculos XVI-XIX — A expressão é utilizada em contextos formais e literários para descrever o desenvolvimento de sentimentos negativos, frequentemente em narrativas sobre relações interpessoais, políticas ou sociais.
Século XX e XXI
Séculos XX-XXI — A expressão mantém seu sentido original, mas sua frequência de uso pode variar. Torna-se mais comum em análises psicológicas, sociais e em discursos que descrevem a formação de opiniões e sentimentos negativos.
Formado pela junção do verbo 'começar', da preposição 'a', do verbo 'nutrir' e do substantivo 'aversão'.