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compilacoes

Derivado de 'compilar' + sufixo '-ções'.

Origem

Século XV

Do latim 'compilatio', que significa 'ato de reunir', 'acumular'. Deriva do verbo 'compilare', com o sentido de juntar, amontoar, pilhar (no sentido de reunir de várias fontes).

Mudanças de sentido

Idade Média

Reunião de textos legais, religiosos ou históricos.

Renascimento

Coletânea de obras ou trechos de autores diversos.

Século XVIII - XIX

Expansão para dados científicos, estatísticos e literários; coletânea de informações gerais.

Século XX - Atualidade

Abrange coleções digitais de diversos tipos de conteúdo: música, software, artigos, dados, etc. → ver detalhes

Na era digital, 'compilações' se tornou um termo onipresente para descrever qualquer conjunto organizado de dados ou conteúdo. Exemplos incluem 'compilações de músicas' (playlists), 'compilações de artigos científicos', 'compilações de jurisprudência', 'compilações de código' e até mesmo 'compilações de memes' ou 'compilações de vídeos virais' em plataformas online.

Primeiro registro

Século XV

Registros em textos jurídicos e religiosos em português arcaico, refletindo o uso do latim medieval.

Momentos culturais

Renascimento

Publicação de compilações de textos clássicos e obras literárias.

Século XX

Popularização de 'compilações musicais' em vinil e fitas cassete.

Atualidade

Criação e compartilhamento massivo de 'compilações' digitais em plataformas de streaming e redes sociais.

Vida digital

Termo amplamente utilizado em plataformas de música (Spotify, Apple Music) para playlists e álbuns coletâneos.

Comum em repositórios de código (GitHub) para coleções de scripts ou projetos.

Frequente em sites de notícias e agregadores para compilações de artigos ou eventos.

Utilizado em redes sociais para 'compilações de vídeos engraçados' ou 'compilações de momentos marcantes'.

Comparações culturais

Inglês: 'compilation' (mesma origem latina, uso similar em música, dados, textos). Espanhol: 'compilación' (origem e uso análogos, especialmente em contextos legais e acadêmicos). Francês: 'compilation' (origem e uso semelhantes). Alemão: 'Kompilation' (influência do latim, uso em música e dados).

Relevância atual

A palavra 'compilações' mantém sua relevância como um termo técnico e descritivo para a organização e reunião de informações em qualquer formato, especialmente no ambiente digital. É fundamental para descrever a curadoria e o agrupamento de conteúdo em diversas áreas, desde a acadêmica até o entretenimento.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XV - do latim 'compilatio', derivado de 'compilare', que significa 'reunir', 'juntar', 'acumular'. A palavra entrou no português através do latim, possivelmente via o português arcaico ou diretamente do latim medieval, com o sentido de ato de reunir escritos ou informações.

Consolidação e Uso em Manuscritos e Primeiras Impressões

Idade Média e Renascimento - Utilizada principalmente em contextos acadêmicos e religiosos para descrever a reunião de textos legais, teológicos ou históricos. O surgimento da imprensa facilitou a disseminação de compilações.

Expansão do Uso e Diversificação de Sentidos

Séculos XVIII e XIX - O termo se expande para abranger a reunião de dados científicos, estatísticos e literários. Começa a ser usado em um sentido mais amplo de coletânea de informações diversas.

Era Moderna e Digital

Século XX e XXI - A palavra 'compilações' ganha ainda mais relevância com o avanço da tecnologia da informação, a digitalização de acervos e a proliferação de dados. Torna-se comum em contextos de bancos de dados, softwares, música e literatura.

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Derivado de 'compilar' + sufixo '-ções'.

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