completamente-igual
Composto pelo advérbio 'completamente' e pelo adjetivo 'igual'.
Origem
Formada pela junção do advérbio 'completamente', derivado do latim 'complētē' (de modo completo, totalmente), e do adjetivo 'igual', derivado do latim 'aequālis' (semelhante, nivelado, justo).
Mudanças de sentido
O sentido central de 'idêntico em todos os aspectos, sem qualquer diferença' permaneceu estável. No entanto, o contexto de uso se expandiu para abranger comparações em áreas como tecnologia (dados completamente iguais), biologia (gêmeos completamente iguais) e filosofia (conceitos completamente iguais).
Em contextos informais, pode ser usada com hipérbole para enfatizar uma semelhança muito grande, mesmo que não seja estritamente idêntica em todos os pormenores. Ex: 'Os dois irmãos são completamente iguais, até o jeito de andar.'
Primeiro registro
Difícil de precisar um único registro, mas a locução começa a aparecer em textos literários e administrativos da época, indicando a necessidade de expressar total conformidade. (Referência: corpus_literario_periodo_colonial.txt)
Momentos culturais
Presente em obras literárias que exploravam temas de identidade, herança e semelhança familiar, como em romances que tratavam de gêmeos ou parentes muito parecidos.
Utilizado em discussões científicas e filosóficas sobre a natureza da identidade e da cópia, especialmente com o avanço da genética e da tecnologia de reprodução.
Vida digital
A locução é frequentemente usada em fóruns online, redes sociais e artigos de tecnologia para descrever dados idênticos, cópias de arquivos, ou em discussões sobre inteligência artificial e clones digitais.
Pode aparecer em memes ou discussões humorísticas sobre situações de semelhança extrema ou coincidências notáveis, muitas vezes com um tom de exagero.
Comparações culturais
Inglês: 'completely identical', 'exactly the same'. Espanhol: 'completamente idéntico', 'exactamente igual'. Francês: 'complètement identique'. Alemão: 'vollständig identisch'.
Relevância atual
A locução 'completamente igual' mantém sua relevância em contextos que exigem precisão absoluta, como em documentação técnica, científica e jurídica. Sua simplicidade e clareza a tornam uma escolha frequente para expressar identidade total, contrastando com termos mais vagos ou relativos.
Formação e Primeiros Usos
Século XVI - Início da formação da locução adverbial a partir da junção do advérbio 'completamente' (do latim 'complētē') e do adjetivo 'igual' (do latim 'aequālis'). Uso inicial em contextos que demandavam ênfase na ausência de diferenças.
Consolidação e Expansão
Séculos XVII-XIX - A locução se estabelece no vocabulário formal e informal, utilizada para descrever correspondência exata em descrições, comparações e afirmações de identidade.
Modernidade e Contemporaneidade
Século XX - Atualidade - A locução mantém seu sentido original, mas ganha novas nuances com o avanço da tecnologia, ciência e discussões sobre identidade e singularidade. O termo é usado em contextos técnicos, científicos e em debates sobre autenticidade.
Composto pelo advérbio 'completamente' e pelo adjetivo 'igual'.