completivo
Derivado do latim 'completus', particípio passado de 'complere' (encher, completar) + sufixo '-ivo'.
Origem
Do latim 'completivus', derivado de 'complere' (encher, completar).
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'que completa' ou 'relativo a completude' permaneceu estável, sem grandes ressignificações ou desvios semânticos significativos ao longo do tempo.
A palavra 'completivo' manteve sua função adjetiva e substantiva ligada à ideia de finalização, integralização ou complementação de algo. Não há registros de mudanças drásticas de sentido como em outras palavras que passaram por fortes influências culturais ou sociais.
Primeiro registro
Registros em dicionários e gramáticas do português do século XIX indicam o uso da palavra com seu sentido atual, referindo-se a algo que completa ou é complementar. (Referência: Dicionários da época, como o de Frei Domingos Vieira).
Momentos culturais
A palavra ganhou destaque em discussões sobre educação e formação profissional, com a criação de cursos e certificações 'completivas' para aprimoramento de habilidades.
Comparações culturais
Inglês: 'Complementary' (adjetivo) ou 'completion' (substantivo), ambos com sentido similar de algo que adiciona ou finaliza. Espanhol: 'Completivo' (adjetivo) ou 'complementario', com o mesmo sentido de completar ou adicionar. Francês: 'Complémentaire' (adjetivo), com a mesma ideia de adicionar ou completar.
Relevância atual
A palavra 'completivo' mantém sua relevância em contextos formais, especialmente em áreas como educação continuada, direito (prazos e procedimentos completivos) e administração. Sua presença é estável e ligada à funcionalidade e à ideia de integralidade.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'completivus', adjetivo que significa 'que completa', 'que serve para completar'. A raiz 'complere' (encher, completar) é a base.
Entrada e Uso Inicial no Português
A palavra 'completivo' foi incorporada ao vocabulário português, possivelmente a partir do latim vulgar ou por formação erudita, com seu sentido primário de 'algo que completa'. Seu uso se consolidou em contextos formais e técnicos.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido dicionarizado de 'relativo a completude' ou 'que completa'. É frequentemente encontrada em contextos educacionais (cursos completivos), jurídicos (prazos completivos) e administrativos.
Derivado do latim 'completus', particípio passado de 'complere' (encher, completar) + sufixo '-ivo'.