compraz
Origem
Do latim 'comprāre', com o sentido de adquirir, obter, trocar por dinheiro.
Mudanças de sentido
Sentido literal de adquirir algo mediante pagamento.
A forma 'compraz' como uma conjugação verbal arcaica ou variante de 'compra' ou 'comprou', sem alteração semântica significativa em relação ao verbo original.
A palavra 'compraz' em si não apresenta uma evolução semântica própria, mas sim a evolução do verbo 'comprar' do qual deriva. O que se observa é a obsolescência da forma específica 'compraz'.
Inexistência no uso corrente, a forma 'compraz' não carrega mais sentido algum no português brasileiro.
Primeiro registro
Registros esparsos em manuscritos medievais e renascentistas da língua portuguesa, frequentemente em contextos de transcrição ou variações dialetais do verbo 'comprar'.
Comparações culturais
Inglês: A forma 'compraz' não tem equivalente direto em inglês, pois o inglês moderno não possui conjugações verbais com essa terminação específica. O verbo 'to buy' (comprar) tem suas conjugações ('buys', 'bought'). Espanhol: Similarmente, 'compraz' não existe no espanhol moderno. O verbo 'comprar' conjuga-se como 'compra' (3ª pessoa do singular do presente do indicativo) ou 'compró' (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo). Francês: O francês também não apresenta uma forma equivalente a 'compraz'. O verbo 'acheter' (comprar) tem conjugações como 'achète' ou 'acheta'.
Relevância atual
Nula. A forma 'compraz' é considerada arcaica e inexistente no português brasileiro contemporâneo, não possuindo qualquer relevância semântica ou de uso.
Origem Latina e Primeiros Usos
Século XIII - Deriva do latim 'comprāre', que significa 'comprar', 'adquirir', 'obter'. Inicialmente, referia-se ao ato de adquirir bens ou serviços.
Evolução no Português
Séculos XIV-XVI - A forma 'compraz' surge como uma conjugação arcaica do verbo 'comprar', possivelmente uma variação ou erro de transcrição de formas como 'compra' (3ª pessoa do singular do presente do indicativo) ou 'comprou' (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo). O uso era restrito a contextos literários ou dialetais.
Desuso e Inexistência no Português Moderno
Século XVII - Atualidade - A forma 'compraz' cai em desuso completo, sendo substituída pelas conjugações padrão do verbo 'comprar' ('compra', 'comprou', 'comprará', etc.). Não há registros de uso em português brasileiro contemporâneo, nem em contextos formais ou informais.