concordavamos
Do latim concordare, 'estar de acordo'.
Origem
Do latim 'concordare', que significa 'estar de acordo', 'harmonizar', 'unir corações'. Deriva de 'cor' (coração) e 'con-' (junto).
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'estar de acordo' ou 'harmonizar' se manteve estável durante a evolução da língua. A forma 'concordávamos' sempre refletiu uma ação passada, contínua ou habitual, de acordo mútuo.
Expansão para contextos específicos como acordos legais, harmonia musical e coincidência de ideias. 'Concordávamos' era usado para descrever situações de consenso em diferentes esferas.
Manutenção do sentido gramatical e semântico original. A palavra é usada de forma direta para expressar acordo passado, sem ressignificações profundas em seu uso gramatical. A forma 'concordávamos' é um marcador temporal e de concordância verbal padrão.
Primeiro registro
Registros em textos literários e documentos administrativos da época já demonstram o uso do verbo 'concordar' e suas conjugações, incluindo o pretérito imperfeito do indicativo. (Referência: corpus_textos_antigos_pt.txt)
Momentos culturais
Uso em documentos oficiais e relatos de viajantes para descrever a relação entre colonos e indígenas, ou entre diferentes facções políticas. 'Concordávamos' poderia aparecer em relatos sobre negociações ou acordos passados. (Referência: relatos_coloniais_brasil.txt)
Presente em obras literárias para descrever diálogos, relações sociais e eventos passados. 'Concordávamos' era empregado para evocar um estado de harmonia ou acordo em narrativas históricas ou de ficção. (Referência: literatura_brasileira_classica.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'we used to agree' ou 'we were agreeing'. Espanhol: 'concordábamos' ou 'estábamos de acuerdo'. Francês: 'nous étions d'accord' ou 'nous nous accordions'. Italiano: 'concordavamo'.
Relevância atual
A forma 'concordávamos' mantém sua relevância gramatical e semântica no português brasileiro contemporâneo. É uma forma verbal padrão, utilizada em todos os registros de linguagem para descrever ações passadas de acordo ou harmonia. Sua presença é constante em textos escritos e na fala, sem conotações específicas de gíria ou internetês.
Origem Latina e Formação do Verbo
Século XIII - O verbo 'concordar' deriva do latim 'concordare', que significa 'estar de acordo', 'harmonizar', 'unir corações'. A forma 'concordavamos' é a conjugação da 1ª pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou habitual no passado. O latim vulgar já possuía formas semelhantes que evoluíram para o português.
Entrada e Uso no Português
Séculos XIV-XV - O verbo 'concordar' e suas conjugações, incluindo 'concordávamos', já estavam estabelecidos na língua portuguesa. Era usado em contextos formais e informais para expressar acordo, harmonia ou coincidência. Registros literários e documentos da época já atestam seu uso.
Evolução e Diversificação de Sentido
Séculos XVI-XIX - O sentido básico de 'estar de acordo' se mantém, mas a palavra é aplicada em diversos domínios: jurídico (acordos, tratados), musical (harmonia), social (relações interpessoais) e até mesmo em sentido figurado (coincidência de ideias). A forma 'concordávamos' era usada para descrever situações passadas onde havia consenso ou alinhamento.
Uso Contemporâneo no Brasil
Século XX - Atualidade - A forma 'concordávamos' continua sendo utilizada na sua acepção gramatical padrão. No Brasil, seu uso é comum em conversas cotidianas, textos acadêmicos, literários e jornalísticos para descrever ações passadas de acordo ou harmonia. A forma verbal em si não sofreu grandes alterações semânticas, mantendo sua função gramatical.
Do latim concordare, 'estar de acordo'.