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concreteness

Do inglês 'concreteness', derivado de 'concrete'.fonte

Origem

Latim

Do latim 'concrētus', particípio passado de 'concrescere' (crescer junto, unir-se, tornar-se sólido). O feminino 'concreta' deu origem ao substantivo 'concretude'.

Mudanças de sentido

Século XVI

Qualidade do que é concreto, material, tangível, em oposição ao abstrato. Termo filosófico e teológico.

Séculos XVII-XIX

Expansão para o uso científico e literário, referindo-se à realidade palpável e substancial.

Século XX-Atualidade

Uso em filosofia, linguística, artes e design para denotar realidade, tangibilidade, especificidade. Em contextos informais, pode indicar clareza e objetividade.

A palavra mantém seu núcleo semântico de 'realidade tangível', mas sua aplicação se diversifica. Em design, por exemplo, 'concretude' pode se referir à materialidade de um objeto ou à clareza de uma proposta visual. Na linguística, pode descrever a especificidade de um termo ou conceito.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em textos filosóficos e teológicos da época, com o adjetivo 'concreto' precedendo o uso do substantivo 'concretude'.

Momentos culturais

Século XX

A palavra é frequentemente utilizada em debates sobre realismo na arte e na literatura, e em discussões sobre a objetividade científica.

Final do Século XX - Atualidade

Emprego em discussões sobre design de produto, arquitetura e artes visuais, onde a materialidade e a tangibilidade são centrais.

Comparações culturais

Inglês: 'Concreteness' possui um uso similar, referindo-se à qualidade de ser real, sólido, específico. Espanhol: 'Concreción' ou 'concretez' (menos comum) compartilham a raiz latina e o sentido de algo que se solidificou ou se tornou real. Francês: 'Concrétude' é o termo equivalente, com uso filosófico e técnico.

Relevância atual

A palavra 'concretude' mantém sua relevância em campos acadêmicos e técnicos, sendo essencial para descrever a qualidade do tangível e do específico. Em discussões contemporâneas, é usada para contrastar com a abstração e a generalização excessiva.

Origem Etimológica

Século XV - Deriva do latim 'concreta', feminino de 'concrētus', particípio passado de 'concrescere', que significa 'crescer junto', 'unir-se', 'tornar-se sólido'. Relacionado à ideia de algo que se solidificou, que se tornou substancial.

Entrada e Uso Inicial no Português

Século XVI - A palavra 'concreto' (adjetivo) começa a ser utilizada em textos filosóficos e teológicos, referindo-se ao que é material, tangível, em oposição ao abstrato. O substantivo 'concretude' surge como um termo mais técnico para designar a qualidade do que é concreto.

Consolidação e Expansão de Sentido

Séculos XVII-XIX - O uso de 'concretude' se expande para além da filosofia, sendo empregado em discussões científicas e literárias para descrever a realidade palpável, a substância das coisas. Mantém-se como um termo de registro mais formal.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade - 'Concretude' é amplamente utilizada em diversas áreas, como filosofia, linguística, artes e design, para se referir à qualidade de ser real, tangível, específico e não vago. Em contextos mais informais, pode ser usada para enfatizar a clareza e a objetividade de uma ideia ou descrição.

concreteness

Do inglês 'concreteness', derivado de 'concrete'.

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