condutibilidade-eletrica
Do latim 'conductibilitas, -atis' (capacidade de conduzir) + 'electricus' (relativo à eletricidade).
Origem
Derivação de 'condutibilidade' (do latim 'conductibilitas', de 'conducere', levar junto) e 'elétrica' (do grego 'ēlektron', âmbar, associado à eletricidade estática).
Mudanças de sentido
Inicialmente um termo estritamente científico para descrever a propriedade física de materiais em relação à passagem de corrente elétrica.
O termo mantém seu sentido técnico, mas sua compreensão se expande para além dos especialistas, sendo fundamental em discussões sobre tecnologia, energia e materiais.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e tratados de física e engenharia elétrica da época, com a consolidação da terminologia científica em português.
Comparações culturais
Inglês: 'electrical conductivity'. Espanhol: 'conductividad eléctrica'. Ambos seguem a mesma lógica de formação a partir de 'condutividade' e 'elétrica/eléctrica'.
Relevância atual
Fundamental na ciência de materiais, engenharia elétrica, eletrônica e física. Essencial para o desenvolvimento de novas tecnologias, como semicondutores, supercondutores e materiais para armazenamento de energia.
Presente em discussões sobre eficiência energética e fontes renováveis.
Origem e Formação do Termo
Século XIX - Formação do termo a partir de 'condutibilidade' (capacidade de conduzir) e 'elétrica' (relacionada à eletricidade).
Consolidação Científica e Técnica
Final do Século XIX e Início do Século XX - O termo se estabelece no vocabulário científico e técnico com o avanço da eletricidade e da física.
Popularização e Uso Geral
Meados do Século XX até a Atualidade - O termo se torna mais comum em contextos educacionais e industriais, saindo do nicho puramente acadêmico.
Do latim 'conductibilitas, -atis' (capacidade de conduzir) + 'electricus' (relativo à eletricidade).