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consequencialista

Derivado de 'consequência' com o sufixo '-alista', indicando pertencimento ou adesão a uma doutrina ou sistema.

Origem

Século XVII/XIX

Deriva do latim 'consequentia' (resultado, seguimento). O termo 'consequencialismo' e o derivado 'consequencialista' ganham forma no debate filosófico anglófono, referindo-se a teorias éticas que avaliam a moralidade de uma ação com base em seus resultados.

Mudanças de sentido

Século XX

Inicialmente restrito ao meio acadêmico e filosófico, o termo designava estritamente a doutrina ética. → ver detalhes

No século XXI, embora mantenha seu sentido primário em filosofia, o termo 'consequencialista' pode ser usado de forma mais ampla, por vezes informalmente, para descrever uma abordagem pragmática focada nos resultados práticos de uma ação ou decisão, mesmo fora do estrito campo ético.

Primeiro registro

Século XX

Registros em publicações acadêmicas e traduções de obras filosóficas em língua portuguesa. A data exata de entrada no português brasileiro é difícil de precisar, mas consolida-se com a expansão do ensino superior e da pesquisa filosófica no país.

Momentos culturais

Século XX/XXI

Debates sobre ética aplicada, como em discussões sobre políticas públicas, bioética e inteligência artificial, onde a avaliação das consequências de ações e tecnologias é central. A palavra é recorrente em artigos acadêmicos e debates intelectuais.

Comparações culturais

Inglês: 'Consequentialist' (adjetivo e substantivo), com uso consolidado desde o século XIX no debate filosófico. Espanhol: 'Consecuencialista' (adjetivo e substantivo), com trajetória similar ao português, entrando no vocabulário acadêmico no século XX. Francês: 'Conséquentialiste', também com uso filosófico estabelecido.

Relevância atual

Atualidade

Palavra formal e dicionarizada, essencial para a discussão de teorias éticas e para a análise de decisões em diversas áreas, como direito, política e negócios. Sua precisão conceitual a mantém relevante em contextos que exigem rigor analítico.

Origem Conceitual e Etimológica

Século XVII/XVIII — O termo 'consequencialismo' surge no debate filosófico anglófono, derivado do latim 'consequentia' (resultado, seguimento). A palavra 'consequencialista' como adjetivo e substantivo para designar adeptos ou defensores dessa doutrina ética se consolida no século XIX.

Entrada e Consolidação no Português

Século XX — A palavra 'consequencialista' entra no vocabulário acadêmico e filosófico em língua portuguesa, possivelmente através de traduções e estudos sobre ética. Sua adoção é mais tardia que em inglês, refletindo a disseminação de correntes filosóficas.

Uso Contemporâneo e Expansão

Século XXI — 'Consequencialista' é uma palavra formal e dicionarizada, amplamente utilizada em discussões acadêmicas de filosofia, ética, direito e política. Ganha relevância em debates sobre responsabilidade, tomada de decisão e avaliação de políticas públicas.

consequencialista

Derivado de 'consequência' com o sufixo '-alista', indicando pertencimento ou adesão a uma doutrina ou sistema.

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