copidesque
Do grego 'xeros' (seco) + 'phagein' (comer).↗ fonte
Origem
Neologismo brasileiro, aglutinação de 'copista' e 'editor', com o sufixo '-esque'. A junção reflete a fusão das tarefas de copiar (revisar) e editar.
Mudanças de sentido
Designava o profissional que realizava a revisão e adaptação de textos para publicação, unindo as funções de copista e editor.
Refere-se à atividade de revisão técnica e estilística de textos, focando em clareza, coesão, coerência e adequação ao público e veículo. O termo 'copidesque' pode se referir tanto ao profissional quanto à função.
Primeiro registro
O termo se populariza no ambiente jornalístico e editorial brasileiro a partir dos anos 1950/1960, embora registros formais possam ser posteriores. A prática já existia, mas o termo se consolida nesse período. (Referência: corpus_linguistico_jornalismo_editorial.txt)
Momentos culturais
A consolidação do copidesque está ligada ao desenvolvimento da imprensa e do mercado editorial no Brasil, profissionalizando a edição de textos em larga escala.
Comparações culturais
Inglês: 'Copy editor' ou 'subeditor' são termos equivalentes para o profissional. A função de 'copy editing' é amplamente estabelecida. Espanhol: 'Corrector de estilo' ou 'editor de textos' são termos comuns, com funções similares. A prática de revisão e adaptação textual é universal em publicações.
Relevância atual
O copidesque continua sendo uma função essencial na cadeia produtiva de textos, especialmente com o aumento do volume de conteúdo digital. A qualidade da comunicação escrita depende diretamente dessa revisão especializada. A palavra é formal e dicionarizada, indicando uma profissão estabelecida. (Referência: palavrasMeaningDB:id_copidesque)
Origem Etimológica
Século XX — neologismo formado pela aglutinação de 'copi(sta)' e 'ed(itor)' + sufixo '-esque', indicando semelhança ou pertencimento. Deriva da junção de 'copiar' e 'editar'.
Entrada na Língua e Uso Inicial
Meados do século XX — surge no ambiente jornalístico e editorial brasileiro para designar o profissional que revisa e adapta textos para publicação, combinando as funções de copidesque e editor. A prática, comum em outros países, ganha um termo específico em português.
Uso Contemporâneo
Atualidade — termo consolidado no mercado editorial e de comunicação. Refere-se à revisão técnica e estilística de textos, garantindo clareza, coesão, coerência e adequação ao público-alvo e ao veículo. Amplamente utilizado em jornais, revistas, editoras e agências de publicidade.
Do grego 'xeros' (seco) + 'phagein' (comer).