cornífero
Do latim 'cornutus', que significa 'com chifres'.
Origem
Do latim 'cornu' (chifre) e '-fer' (que porta, que carrega). A etimologia é transparente e descritiva.
Mudanças de sentido
Uso primariamente zoológico e botânico para descrever animais e plantas com chifres ou estruturas semelhantes.
Mantém o sentido literal, mas pode ser usado metaforicamente para descrever objetos com pontas ou saliências proeminentes.
Em contextos não científicos, a palavra é rara. Sua aplicação figurada é limitada e geralmente requer um contexto claro para ser compreendida, como em descrições de forma ou textura.
Primeiro registro
Provavelmente em tratados científicos ou dicionários de vocabulário técnico da época, como indicado em '4_lista_exaustiva_portugues.txt'.
Momentos culturais
Pode ter aparecido em descrições de fauna em obras literárias de aventura ou naturalismo.
Rara em cultura popular, mas pode surgir em documentários sobre vida selvagem ou em contextos de fantasia.
Comparações culturais
Inglês: 'horned' ou 'cornute'. Espanhol: 'cornífero' ou 'cornudo'. Ambos os idiomas usam termos derivados do latim com a mesma raiz e sentido literal.
Relevância atual
A palavra 'cornífero' é formal e dicionarizada, com uso restrito a contextos técnicos ou descritivos precisos. Sua frequência de uso é baixa no discurso geral.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'cornu' (chifre) e do sufixo '-fer' (que porta, que carrega). A formação é direta, indicando a posse de chifres.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'cornífero' surge em textos eruditos e científicos, possivelmente a partir do século XVIII ou XIX, com a expansão do conhecimento zoológico e botânico, e a necessidade de classificar espécies.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido dicionarizado em contextos científicos e descritivos. Pode aparecer em linguagem figurada para descrever algo pontiagudo ou com protuberâncias.
Do latim 'cornutus', que significa 'com chifres'.