corola
Do latim 'corolla', diminutivo de 'corona', coroa.
Origem
Do latim 'corolla', diminutivo de 'corona' (coroa). No contexto botânico, refere-se à parte da flor composta pelas pétalas, que juntas formam uma 'pequena coroa'.
Mudanças de sentido
Sentido original de 'pequena coroa'.
Conjunto de pétalas de uma flor, a parte mais externa e colorida.
Usada metaforicamente para descrever beleza, delicadeza ou a parte mais vistosa de algo.
Primeiro registro
Registros em textos científicos e literários que datam da consolidação do português como língua.
Momentos culturais
Frequente em descrições botânicas e em poesia romântica, associada à beleza efêmera da natureza.
Aparece em canções, poemas e obras de arte que celebram a natureza e a beleza floral.
Comparações culturais
Inglês: 'corolla' (termo botânico, mesmo étimo latino). Espanhol: 'corola' (termo botânico, mesmo étimo latino). Francês: 'corolle' (termo botânico, mesmo étimo latino). Italiano: 'corolla' (termo botânico, mesmo étimo latino).
Relevância atual
Mantém sua relevância primária no campo da botânica e como termo literário para evocar a beleza floral. Sua presença em dicionários como 'Palavra formal/dicionarizada' (corpus_analise_linguistica.txt) confirma seu status formal.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'corolla', diminutivo de 'corona', que significa coroa. Originalmente, referia-se a uma pequena coroa, e no contexto botânico, passou a designar o conjunto de pétalas de uma flor, que formam uma espécie de coroa.
Entrada no Português
A palavra 'corola' foi incorporada ao vocabulário da língua portuguesa, provavelmente através do latim científico ou de empréstimos eruditos, mantendo seu sentido botânico original.
Uso Contemporâneo
A palavra 'corola' é utilizada predominantemente em contextos científicos (botânica, biologia) e em linguagem poética ou literária para descrever a parte ornamental das flores.
Do latim 'corolla', diminutivo de 'corona', coroa.