coto
Origem incerta, possivelmente relacionada a 'cotoar' (cortar).
Origem
Do latim 'cūtus', particípio passado de 'caedere' (cortar), significando 'cortado' ou 'curto'.
Mudanças de sentido
Mantém o sentido primário de membro amputado ou parte cortada.
Expansão semântica para 'toco', 'pedaço pequeno', 'resto' ou algo inacabado.
O sentido de 'coto' como algo que sobrou ou que está incompleto se tornou comum, aplicando-se a objetos, situações e até mesmo a ideias.
Primeiro registro
Presente em textos medievais, com o sentido de parte cortada ou membro amputado.
Momentos culturais
A palavra pode aparecer em descrições literárias para evocar imagens de perda, incompletude ou rusticidade.
Comparações culturais
Inglês: 'stump' (para tocos de árvores ou membros amputados), 'stub' (para ponta de cigarro, por exemplo). Espanhol: 'tocón' (toco de árvore), 'muñón' (coto de membro amputado), 'trozo' (pedaço).
Relevância atual
A palavra 'coto' é um termo dicionarizado e formal, usado em contextos específicos como medicina (coto umbilical, coto de amputação) e em linguagem coloquial para se referir a algo incompleto ou um pedaço pequeno. Sua carga semântica pode variar de neutra a negativa, dependendo do contexto.
Origem Etimológica
Origem no latim 'cūtus', que significa 'cortado' ou 'curto'. Deriva do verbo 'caedere', cortar.
Entrada no Português
A palavra 'coto' já existia no português arcaico, mantendo o sentido de parte cortada ou membro amputado.
Evolução de Sentido
O sentido se expandiu para 'toco', 'pedaço pequeno' ou 'resto', além do significado literal de membro amputado.
Uso Contemporâneo
A palavra 'coto' é formalmente registrada em dicionários e utilizada em contextos médicos, técnicos e coloquiais para descrever partes incompletas ou reduzidas.
Origem incerta, possivelmente relacionada a 'cotoar' (cortar).