criar-lacos

Formado pela junção do verbo 'criar' e do substantivo 'laços'.

Origem

Séculos XV-XVI

Verbo 'criar' (latim 'creare': gerar, produzir) + substantivo 'laços' (latim 'laqueus': nó, armadilha, vínculo). O sentido original era mais concreto, ligado à ação de fazer nós ou prender algo.

Mudanças de sentido

Séculos XVII-XVIII

Transição do sentido literal para o figurado, focando em vínculos sociais e afetivos. O 'laço' passa a representar conexões emocionais e relacionamentos interpessoais.

Séculos XIX-XXI

Consolidação do sentido de estabelecer relações de afeto, amizade, amor e pertencimento. A expressão é amplamente utilizada em contextos sociais, psicológicos e de desenvolvimento pessoal, indicando a construção de conexões significativas.

No uso contemporâneo, 'criar laços' abrange desde a formação de amizades e relacionamentos amorosos até a construção de redes de apoio e sentimento de comunidade. É uma expressão central em discussões sobre bem-estar social e saúde mental.

Primeiro registro

Século XVII

Registros em correspondências e literatura da época começam a apresentar o uso figurado da expressão, indicando a formação de vínculos afetivos e sociais. (Referência: corpus_literatura_colonial.txt)

Momentos culturais

Século XIX

Presente em romances românticos, descrevendo a formação de laços familiares e amorosos como elemento central da narrativa. (Referência: corpus_literatura_romantica.txt)

Anos 1980-1990

Popularização em telenovelas brasileiras, onde a criação de laços afetivos e familiares é frequentemente um tema recorrente e de grande apelo emocional. (Referência: corpus_analise_telenovelas.txt)

Atualidade

Frequente em músicas populares, especialmente em gêneros como sertanejo e MPB, abordando temas de amor, amizade e pertencimento. (Referência: corpus_letras_musicais.txt)

Vida emocional

Séculos XVII-XXI

A expressão carrega um peso emocional positivo, associada a sentimentos de conexão, pertencimento, segurança, afeto e amor. É vista como um aspecto fundamental da experiência humana e do bem-estar.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Comum em redes sociais, blogs e fóruns online, utilizada para descrever a formação de amizades virtuais, comunidades online e relacionamentos desenvolvidos na internet. (Referência: corpus_redes_sociais.txt)

Atualidade

Utilizada em hashtags como #criandolaços, #laçosdeamizade, #laçosfamiliares, frequentemente associada a conteúdos sobre família, amizade, eventos sociais e momentos de união. (Referência: corpus_hashtags_digitais.txt)

Representações

Século XX - Atualidade

Frequentemente retratada em filmes, séries e novelas brasileiras, onde a trama se desenvolve em torno da formação, fortalecimento ou rompimento de laços afetivos entre personagens.

Comparações culturais

Inglês: 'to form bonds', 'to build relationships', 'to connect'. Espanhol: 'crear lazos', 'establecer vínculos', 'hacer amigos'. A expressão em português é diretamente comparável ao espanhol, com o verbo 'criar' e o substantivo 'laços' tendo equivalentes diretos. Em inglês, a ideia é similar, mas a estrutura verbal e nominal difere.

Relevância atual

Atualidade

A expressão 'criar laços' mantém alta relevância no português brasileiro, sendo fundamental para descrever a construção de relacionamentos interpessoais em todas as esferas da vida: pessoal, profissional e social. É um conceito chave em discussões sobre comunidade, pertencimento e saúde mental.

Origem e Formação

Séculos XV-XVI — Formada pela junção do verbo 'criar' (do latim creare, gerar, produzir) e o substantivo 'laços' (do latim laqueus, nó, armadilha, vínculo). Inicialmente, o sentido era mais literal, de formar nós ou prender.

Evolução do Sentido Afetivo

Séculos XVII-XVIII — O sentido começa a se deslocar para o figurado, referindo-se à formação de vínculos sociais e afetivos, especialmente em contextos familiares e de amizade. O 'laço' deixa de ser físico para se tornar uma conexão emocional.

Consolidação e Uso Contemporâneo

Séculos XIX-XXI — A expressão 'criar laços' se consolida no vocabulário brasileiro com o sentido predominante de estabelecer relações de afeto, amizade, amor ou pertencimento. Torna-se comum em contextos sociais, psicológicos e de desenvolvimento pessoal.

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Formado pela junção do verbo 'criar' e do substantivo 'laços'.

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