deixar-de-eleger

Composição do verbo 'deixar' + preposição 'de' + verbo 'eleger'.

Origem

Século XX

Composição analítica a partir do verbo 'deixar' (latim 'desixare') e da locução verbal 'de eleger' (latim 'eligere'). A estrutura verbal indica a interrupção de uma ação.

Mudanças de sentido

Meados do Século XX

Predominantemente associada à não reeleição de políticos, refletindo a vontade do eleitorado.

Final do Século XX - Início do Século XXI

Ampliação do sentido para qualquer cessação de escolha ou manutenção, tornando-se mais genérica.

A locução verbal passa a ser empregada em contextos não eleitorais, como em decisões empresariais de não contratar ou não renovar contratos, ou mesmo em escolhas pessoais de não prosseguir com algo.

Primeiro registro

Meados do Século XX

Registros em jornais e revistas políticas brasileiras, descrevendo resultados eleitorais e análises de votação. (Referência: corpus_jornais_politicos_BR.txt)

Momentos culturais

Final do Século XX

Frequentemente utilizada em debates políticos e análises pós-eleitorais na televisão e rádio brasileira.

Início do Século XXI

Aparece em artigos de opinião e reportagens sobre o cenário político nacional.

Vida digital

Atualidade

Presente em discussões online sobre eleições, manifestações políticas e análises de desempenho de governantes. Menos comum em memes, mas pode aparecer em legendas ou comentários.

Atualidade

Buscas relacionadas a 'deixar de eleger' geralmente se referem a pesquisas sobre resultados eleitorais passados ou análises de comportamento do eleitor.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to fail to elect', 'to un-elect' (menos comum), 'to vote out'. Espanhol: 'dejar de elegir', 'no reelegir', 'desbancar'. A construção em português é direta e composta por verbos comuns, similar ao espanhol, mas com a nuance de 'deixar' que implica uma ação de não prosseguir.

Relevância atual

Atualidade

A expressão mantém sua relevância no discurso político e jornalístico, sendo fundamental para descrever a dinâmica de alternância de poder e a decisão do eleitorado. Seu uso se estende a outros contextos de não escolha ou descontinuidade.

Formação e Composição

Século XX - Formada pela junção do verbo 'deixar' (do latim 'desixare', abandonar, soltar) com a locução verbal 'de eleger' (do latim 'eligere', escolher, selecionar). A construção é analítica e direta, indicando a cessação de um ato.

Entrada e Uso no Contexto Político

Meados do Século XX - A expressão ganha relevância no discurso político brasileiro, especialmente em períodos eleitorais, para descrever a decisão do eleitorado de não reeleger um candidato ou partido. O uso é predominantemente jornalístico e analítico.

Expansão para Uso Geral

Final do Século XX e Início do Século XXI - A locução verbal transcende o âmbito estritamente político, sendo aplicada a qualquer situação onde se decide não escolher ou não manter algo ou alguém em uma determinada função ou posição. O uso se torna mais coloquial e cotidiano.

Uso Contemporâneo e Digital

Atualidade - A expressão é amplamente utilizada em contextos informais e formais. Na esfera digital, pode aparecer em discussões sobre eleições, demissões, ou até mesmo em contextos mais leves como a escolha de produtos ou serviços, embora menos comum. A forma escrita é mais frequente que a falada.

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Composição do verbo 'deixar' + preposição 'de' + verbo 'eleger'.

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