deixar-de-experimentar

Composição de 'deixar' (do latim 'desixare') e 'experimentar' (do latim 'experimentare').

Origem

Séculos XVI-XVII

Composta pelos verbos 'deixar' (latim 'laxare') e 'experimentar' (latim 'experimentum'). A junção cria uma locução verbal com sentido de cessar uma ação ou teste.

Mudanças de sentido

Séculos XVI-XVII

Sentido literal: parar de realizar um teste, uma prova ou uma vivência física.

Séculos XVIII-XIX

Ampliação para o abstrato: cessar crenças, ideias, sentimentos ou tentativas não físicas. → ver detalhes

A locução passa a abranger a interrupção de processos mentais ou emocionais, como 'deixar de experimentar a dúvida' ou 'deixar de experimentar a esperança'.

Séculos XX-XXI

Manutenção do sentido literal e abstrato, com ênfase em contextos específicos como pesquisa, desenvolvimento e relatos pessoais.

Primeiro registro

Séculos XVI-XVII

Registros em textos literários e administrativos da época, indicando a interrupção de testes práticos ou vivências.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em narrativas que descrevem o fim de experimentos científicos ou de jornadas de autoconhecimento.

Século XX

Utilizado em discussões sobre o fim de testes de produtos ou de fases de desenvolvimento em indústrias.

Vida digital

Aparece em fóruns de discussão sobre ciência e tecnologia, indicando o fim de projetos de pesquisa.

Usado em relatos pessoais em blogs e redes sociais, descrevendo o abandono de hobbies ou experiências.

Pode ser encontrado em discussões sobre saúde mental, referindo-se à interrupção de tratamentos ou vivências negativas.

Comparações culturais

Inglês: 'to stop experimenting', 'to cease to experience'. Espanhol: 'dejar de experimentar', 'cesar de experimentar'. A estrutura e o sentido são diretamente comparáveis devido à origem latina compartilhada dos elementos constituintes.

Relevância atual

A expressão 'deixar de experimentar' mantém sua relevância em contextos formais e informais, indicando a conclusão de um processo de teste, prova ou vivência, seja ela concreta ou abstrata. Sua clareza e a origem latina dos seus componentes garantem sua compreensão em diversos domínios.

Formação e Primeiros Usos

Séculos XVI-XVII — A expressão 'deixar de experimentar' surge como uma locução verbal composta, formada pelo verbo 'deixar' (do latim 'laxare', soltar, afrouxar) e o verbo 'experimentar' (do latim 'experimentum', tentativa, prova). Inicialmente, seu uso era literal, indicando a interrupção de um teste ou vivência.

Consolidação e Ampliação de Sentido

Séculos XVIII-XIX — A locução começa a ser utilizada em contextos mais abstratos, referindo-se à cessação de crenças, ideias ou sentimentos. O sentido de 'parar de tentar algo' ganha força.

Uso Contemporâneo e Digital

Séculos XX-XXI — A expressão se mantém em uso, frequentemente em contextos científicos, técnicos ou pessoais. Na era digital, pode aparecer em discussões sobre inovação, pesquisa e desenvolvimento, ou em relatos de experiências pessoais que foram interrompidas.

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Composição de 'deixar' (do latim 'desixare') e 'experimentar' (do latim 'experimentare').

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