deixar-de-informar
Composição de 'deixar' (do latim 'desilicare') e 'informar' (do latim 'informare').
Origem
Formação a partir da junção dos verbos 'deixar' (do latim 'des' + 'laxare', soltar, afrouxar) e 'informar' (do latim 'informare', dar forma, instruir). A combinação cria um neologismo com sentido de cessar a ação de informar. Referência: corpus_linguistico_geral.txt
Mudanças de sentido
Sentido inicial: simplesmente parar de fornecer dados ou notícias. Ex: 'O repórter deixou de informar sobre o evento.'
Ganho de conotação de intencionalidade e omissão deliberada. O ato de 'deixar de informar' passa a ser visto como uma estratégia para enganar ou manipular. Referência: analise_discurso_politico.txt
Sinônimo de ocultação de fatos, desinformação ativa e manipulação informativa. Usado em contextos de crise de confiança e busca por transparência. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Em 2023, o termo é frequentemente associado a práticas de 'fake news' e à necessidade de checagem de fatos, indicando uma preocupação social com a veracidade da informação.
Primeiro registro
Registros em jornais e revistas da época, em contextos de reportagens ou análises de comunicação, ainda com sentido mais literal. Referência: acervo_jornais_seculo_xx.txt
Momentos culturais
A palavra e seu conceito ganham destaque em debates sobre a ética na mídia e na política, especialmente após escândalos de corrupção e manipulação de informações. Referência: analise_midia_politica.txt
Torna-se um termo comum em discussões sobre 'fake news', pós-verdade e a influência das redes sociais na formação da opinião pública. Presente em artigos acadêmicos, reportagens investigativas e discussões online. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Conflitos sociais
O 'deixar de informar' é frequentemente associado a conflitos de interesse, onde a omissão de dados visa proteger grupos específicos ou prejudicar adversários políticos e econômicos. Referência: analise_discurso_politico.txt
Conflitos entre a liberdade de expressão e a responsabilidade de informar, onde o 'deixar de informar' é usado como tática de guerra informacional e desestabilização social. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Vida emocional
Associado a sentimentos de desconfiança, raiva e frustração por parte do público que se sente enganado ou manipulado. Referência: analise_sentimento_publico.txt
Carrega um peso negativo, sendo visto como um ato de má-fé e desonestidade intelectual. A palavra evoca a sensação de ser ludibriado. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Vida digital
Altamente presente em discussões online, artigos de blogs, posts em redes sociais e vídeos sobre desinformação e 'fake news'. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Utilizado em hashtags como #DeixouDeInformar, #OmissaoInformacional, e em memes que satirizam políticos ou empresas que praticam a omissão de dados. Referência: corpus_memes_redes_sociais.txt
Representações
Frequentemente retratado em filmes, séries e novelas como um artifício de roteiro para criar suspense, conflito ou para expor a corrupção e a manipulação em instituições. Referência: analise_narrativas_midia.txt
Formação e Primeiros Usos
Século XX - Formação a partir da junção dos verbos 'deixar' (do latim 'des' + 'laxare', soltar, afrouxar) e 'informar' (do latim 'informare', dar forma, instruir). Inicialmente, o sentido era literal: deixar de dar informação. Referência: corpus_linguistico_geral.txt
Ressignificação no Contexto Político e Corporativo
Final do Século XX e Início do Século XXI - O termo ganha contornos de intencionalidade e má-fé, sendo usado para descrever a omissão deliberada de fatos relevantes em debates públicos, negociações ou relatórios. Referência: analise_discurso_politico.txt
Uso Contemporâneo e Digital
Atualidade - Amplamente utilizado em discussões sobre desinformação, fake news e manipulação. Ganha força na internet como crítica a práticas de empresas, governos e indivíduos que retêm ou distorcem informações. Referência: corpus_midias_sociais.txt
Composição de 'deixar' (do latim 'desilicare') e 'informar' (do latim 'informare').