deixariam-de-repassar

Composto pelo verbo 'deixar' + preposição 'de' + verbo 'repassar'.

Origem

Século XVI

Formada pela junção do verbo 'deixar' (latim 'deixare') com a locução 'de' e o verbo 'repassar' (latim 'repassare'). A conjugação 'deixariam-de-repassar' é a 3ª pessoa do plural do futuro do pretérito.

Mudanças de sentido

Século XVI - Atualidade

Predominantemente literal em contextos formais, indicando a não realização de uma ação ou transmissão sob condição. Raramente usada de forma figurada no cotidiano.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em documentos legais e administrativos, como contratos de locação, termos de serviço e regulamentos de instituições financeiras, onde a precisão da abstenção de repasse de valores ou informações é crucial. (Referência: corpus_documentos_legais_brasileiros.txt)

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

A expressão pode aparecer em obras literárias ou roteiros de filmes/séries que retratam situações burocráticas, jurídicas ou financeiras, servindo para conferir autenticidade ao diálogo formal ou para criar um efeito de estranhamento em contextos informais.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A expressão pode estar associada a disputas sobre direitos de propriedade intelectual, repasse de verbas públicas, ou obrigações contratuais não cumpridas, onde a interpretação exata do 'deixar de repassar' pode gerar litígios.

Vida digital

Atualidade

A expressão é raramente encontrada em plataformas digitais de uso geral, exceto em fóruns de discussão jurídica, sites de notícias sobre finanças e direito, ou em documentos digitalizados. Sua complexidade gramatical a torna pouco propícia para a comunicação rápida e informal da internet.

Representações

Século XX - Atualidade

Pode ser utilizada em novelas, filmes ou séries que abordam temas corporativos, jurídicos ou de herança, geralmente proferida por advogados, executivos ou personagens em posições de autoridade para descrever cenários hipotéticos de não cumprimento de acordos.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'would not pass on' ou 'would cease to transfer'. Espanhol: 'dejarían de transmitir' ou 'no repasarían'. A estrutura verbal complexa e a especificidade do 'repassar' (que pode envolver dinheiro, informações, bens) tornam a tradução direta desafiadora em alguns contextos, exigindo adaptação para manter o sentido exato.

Relevância atual

Atualidade

A expressão mantém sua relevância em nichos específicos como o jurídico, financeiro e administrativo, onde a clareza e a precisão são fundamentais. No uso geral, sua complexidade a torna menos frequente, sendo substituída por construções mais simples quando o contexto permite.

Formação da Expressão Verbal

Século XVI - Presente → A expressão 'deixar de repassar' é formada pela junção do verbo 'deixar' (do latim 'deixare', abandonar, soltar) com a locução prepositiva 'de' e o verbo 'repassar' (do latim 'repassare', passar novamente, transmitir). A forma 'deixariam-de-repassar' surge como a conjugação no futuro do pretérito (condicional) na terceira pessoa do plural, indicando uma ação hipotética ou não realizada no passado, com potencial de impacto futuro.

Uso Formal e Jurídico

Século XIX - Atualidade → A expressão é predominantemente encontrada em contextos formais, especialmente em documentos legais, contratos, termos de compromisso e regulamentos. Seu uso visa estabelecer cláusulas de não cumprimento ou de abstenção de obrigações futuras.

Uso Figurado e Cotidiano

Século XX - Atualidade → Embora menos comum no discurso coloquial devido à sua complexidade e formalidade, a expressão pode ser usada de forma figurada para enfatizar a desistência de uma ação ou a interrupção de uma transmissão de informação, muitas vezes com um tom irônico ou de surpresa.

deixariam-de-repassar

Composto pelo verbo 'deixar' + preposição 'de' + verbo 'repassar'.

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