deixavam-de-aplicar

Derivado da locução verbal 'deixar de' + verbo 'aplicar'.

Origem

Latim

Deriva do latim 'de-' (afastamento, negação) e 'applicare' (juntar, unir, fixar, aplicar). A locução verbal se forma pela junção do verbo 'deixar' com a preposição 'de' e o verbo 'aplicar'.

Mudanças de sentido

Século XVI

Sentido literal de não juntar, não fixar, não colocar em prática algo físico.

Séculos XVII-XIX

Evolução para a interrupção de ações, regras, leis ou procedimentos. O sentido se torna mais abstrato e relacionado à gestão e governança.

Século XX - Atualidade

Consolidação do sentido de suspensão ou não implementação de normas, políticas, tecnologias ou práticas. A forma 'deixavam de aplicar' descreve uma inação continuada no passado.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em documentos administrativos e jurídicos coloniais brasileiros, indicando a não aplicação de certas ordenanças ou impostos. (Referência: corpus_documentos_coloniais.txt)

Momentos culturais

Século XX

Frequente em debates sobre a implementação de leis e políticas públicas no Brasil, como em discursos sobre reforma agrária ou programas sociais que eram 'deixados de aplicar'.

Anos 2010

Uso em discussões sobre a não aplicação de leis ambientais ou de direitos trabalhistas, frequentemente citado em notícias e artigos de opinião.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A expressão 'deixavam de aplicar' ou 'deixar de aplicar' é frequentemente usada para denunciar a ineficácia ou a seletividade na aplicação de leis e políticas, gerando debates sobre justiça social e desigualdade. (Referência: corpus_analise_politica.txt)

Vida digital

Anos 2010 - Atualidade

A locução verbal aparece em artigos de notícias online, fóruns de discussão e redes sociais, geralmente em contextos de crítica a governos ou instituições por não implementarem medidas prometidas ou necessárias.

Atualidade

Buscas por 'deixar de aplicar lei' ou 'por que deixaram de aplicar' são comuns em motores de busca, indicando interesse público em entender falhas na governança e na justiça.

Comparações culturais

Inglês: 'to stop applying', 'to fail to implement', 'to neglect to apply'. Espanhol: 'dejar de aplicar', 'no aplicar', 'omitir la aplicación'. A estrutura e o sentido são bastante diretos e comparáveis entre as línguas românicas.

Relevância atual

Atualidade

A locução verbal 'deixar de aplicar' e suas conjugações, como 'deixavam de aplicar', mantêm alta relevância em discussões sobre a efetividade de leis, políticas públicas, regulamentações e normas sociais no Brasil. É um termo chave para descrever falhas na execução e na governança.

Formação e Uso Inicial

Século XVI - Início do uso da locução verbal 'deixar de aplicar' no português brasileiro, derivada do latim 'de-'(afastamento) e 'applicare'(juntar, unir, aplicar). Inicialmente, referia-se à ação literal de não mais juntar ou fixar algo.

Evolução do Sentido e Formalização

Séculos XVII-XIX - O sentido evolui para abranger a interrupção de práticas, regras ou leis. A locução ganha formalidade em documentos legais e administrativos.

Uso Moderno e Contextos Diversos

Século XX - O termo se consolida em contextos jurídicos, administrativos e técnicos, indicando a suspensão ou não implementação de algo. O uso se torna mais frequente com a expansão burocrática e legal.

Uso Contemporâneo e Digital

Anos 2000 - Atualidade - A locução verbal 'deixavam de aplicar' (no passado imperfeito do indicativo) é utilizada em contextos que descrevem situações passadas de não conformidade ou inação. A forma verbal em si, como 'deixar de aplicar', é comum em discussões sobre políticas públicas, regulamentações e procedimentos.

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Derivado da locução verbal 'deixar de' + verbo 'aplicar'.

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