enfermidade
Do latim 'infirmitate', derivado de 'infirmus', que significa fraco, doente.
Origem
Do latim 'infirmitas', que significa fraqueza, debilidade, doença. Deriva de 'in-' (não) + 'firmus' (forte).
Mudanças de sentido
Associada à fragilidade física e espiritual, frequentemente ligada a castigos divinos ou à condição humana pecaminosa.
Com o avanço da medicina, o termo ganha um caráter mais clínico e descritivo, embora ainda mantenha a conotação de debilidade.
Mantém o sentido formal de doença ou moléstia, sendo menos usada em conversas informais em favor de 'doença', 'mal' ou 'problema de saúde'.
A palavra 'enfermidade' é considerada formal e dicionarizada, como indicado no contexto RAG. Seu uso é mais restrito a contextos que exigem precisão terminológica ou um registro mais elevado.
Primeiro registro
Registros em textos medievais em português, como em crônicas e documentos eclesiásticos, atestando sua presença na língua.
Momentos culturais
Presente em obras literárias que descrevem estados de saúde precários, sofrimento ou fragilidade, como em romances de cavalaria ou textos religiosos.
Utilizada em documentos históricos para descrever epidemias, condições de saúde pública e o estado de indivíduos em épocas passadas.
Comparações culturais
Inglês: 'Infirmity' (mantém a raiz latina e o sentido de fraqueza, debilidade, especialmente em idosos ou em contextos mais formais). Espanhol: 'Enfermedad' (termo mais comum e geral para doença, derivado do latim 'infirmitas', mas com uso mais amplo que 'enfermidade' em português).
Relevância atual
A palavra 'enfermidade' mantém sua relevância em contextos formais, como na área da saúde, direito e academia. É um termo técnico que denota precisão e formalidade, contrastando com o vocabulário cotidiano.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Deriva do latim 'infirmitas', que significa fraqueza, debilidade, doença. A palavra entrou no português através do latim vulgar e se consolidou em textos medievais.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média a Século XIX - Utilizada predominantemente em contextos médicos e religiosos para descrever doenças e o estado de fragilidade humana. A palavra carrega um peso semântico de debilidade física e, por vezes, moral.
Uso Contemporâneo e Formal
Século XX à Atualidade - Mantém seu sentido formal e dicionarizado de doença ou moléstia. É comum em registros médicos, documentos oficiais e linguagem literária ou formal, contrastando com termos mais coloquiais.
Do latim 'infirmitate', derivado de 'infirmus', que significa fraco, doente.