equivocou
Do latim 'aequivocare', que significa 'dar o mesmo nome a coisas diferentes', 'enganar'.
Origem
Do latim 'aequivocare', significando 'ser ambíguo', 'enganar', 'errar'. Composto por 'aequus' (igual) e 'vox' (voz, palavra).
Mudanças de sentido
Originalmente ligado à ambiguidade de palavras ou conceitos.
Passa a designar o ato de errar, enganar-se, ter um juízo falso.
Mantém o sentido de cometer um erro ou engano, seja em ação, pensamento ou julgamento. 'Ele se equivocou na conta.' 'O juiz se equivocou na decisão.'
Primeiro registro
Registros em textos medievais em português e galego-português já demonstram o uso do verbo 'equivocar' com o sentido de errar ou enganar.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'aequivocare', que significa 'ter o mesmo nome', 'ser ambíguo', 'enganar'. O verbo latino é formado por 'aequus' (igual) e 'vox, vocis' (voz, palavra), sugerindo algo que tem a mesma 'voz' ou 'palavra' para diferentes significados, levando à ambiguidade ou erro.
Entrada e Evolução no Português
A palavra 'equivocar' e suas conjugações, como 'equivocou', foram incorporadas ao português desde seus primórdios, mantendo o sentido de errar, enganar-se ou ter um juízo incorreto. O uso se consolidou ao longo dos séculos, presente na literatura e na fala cotidiana.
Uso Contemporâneo
A forma 'equivocou' (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) é amplamente utilizada na língua portuguesa, tanto no Brasil quanto em Portugal, para descrever uma ação passada de erro, engano ou falha de julgamento. É uma palavra formal e dicionarizada, encontrada em diversos contextos.
Do latim 'aequivocare', que significa 'dar o mesmo nome a coisas diferentes', 'enganar'.