escusa
Do latim 'excussa', particípio passado de 'excusare', significando desculpar.
Origem
Do latim 'excusare', significando 'livrar de culpa', 'desobrigar', formado por 'ex-' (fora) e 'causare' (causar, dar motivo).
Mudanças de sentido
Sentido de desculpar, perdoar, justificar ausência ou falha. Usada em contextos religiosos e administrativos.
Manutenção do sentido principal de desculpa ou justificativa. Consolidação como substantivo para o ato de desculpar-se ou a justificativa apresentada. Uso em contextos formais, literários e jurídicos.
Palavra formal e dicionarizada. Refere-se ao ato de pedir perdão, à justificativa para falha/ausência, ou à dispensa de obrigação. Menos comum no coloquial, onde 'desculpa' é preferida.
A palavra 'escusa' carrega um peso de formalidade e, por vezes, de uma justificativa mais elaborada ou oficial, em contraste com a informalidade e brevidade de 'desculpa'.
Primeiro registro
Registros em textos medievais em português, derivados do latim 'excusare', indicando o uso em documentos legais e religiosos.
Momentos culturais
Presença em obras literárias clássicas e documentos históricos, onde a formalidade da palavra era adequada ao contexto.
Comparações culturais
Inglês: 'excuse' (substantivo e verbo, com sentido similar de desculpa ou justificativa). Espanhol: 'excusa' (substantivo, com sentido de desculpa, dispensa, ou justificativa, e 'excusar' como verbo). Italiano: 'scusa' (substantivo e verbo, com sentido de desculpa). Francês: 'excuse' (substantivo e verbo, com sentido de desculpa).
Relevância atual
A palavra 'escusa' mantém sua relevância em contextos formais, como no direito ('escusa de testemunha'), em comunicações oficiais e em textos literários que buscam um registro mais polido. No cotidiano, é frequentemente substituída por 'desculpa', mas a distinção de formalidade e a nuance de uma justificativa mais elaborada persistem.
Origem Etimológica e Latim
Deriva do latim 'excusare', que significa 'livrar de culpa', 'desobrigar', composto por 'ex-' (fora) e 'causare' (causar, dar motivo). A raiz remonta à ideia de remover a causa ou a culpa.
Entrada no Português e Idade Média
A palavra 'escusa' (e seu verbo 'escusar') foi incorporada ao português através do latim vulgar, mantendo o sentido de desculpar, perdoar ou justificar uma ausência ou falha. Era comum em textos religiosos e administrativos.
Evolução de Sentido e Uso Formal
Ao longo dos séculos, 'escusa' manteve seu sentido principal de desculpa ou justificativa, sendo amplamente utilizada em contextos formais, literários e jurídicos. O termo 'escusa' como substantivo para o ato de desculpar-se ou a justificativa apresentada consolidou-se.
Uso Contemporâneo e Dicionarizado
Atualmente, 'escusa' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada para se referir ao ato de pedir perdão, à justificativa apresentada para uma falha ou ausência, ou à dispensa de uma obrigação. É menos comum no discurso coloquial, onde 'desculpa' predomina.
Do latim 'excussa', particípio passado de 'excusare', significando desculpar.