esquivarem-se-de
Não aplicável, pois não é uma unidade lexical.
Origem
Do latim vulgar *excūtiāre, derivado de *excutere ('sacudir', 'lançar fora', 'livrar-se de').
Mudanças de sentido
Sentido primário de livrar-se fisicamente, afastar-se rapidamente. Evoluiu para evitar, fugir de perigos, responsabilidades ou situações de forma mais abstrata.
Manutenção do sentido na norma culta. Na linguagem informal, surgem simplificações e omissões da preposição 'de', embora não sejam gramaticalmente corretas. A sequência 'esquivarem-se-de' isolada não possui sentido lexical.
Primeiro registro
Registros em textos medievais portugueses e galegos, onde o verbo 'esquivar' e suas formas pronominais já aparecem com o sentido de evitar ou fugir.
Momentos culturais
Presente em obras literárias de Camões a Machado de Assis, descrevendo ações de evasão, dissimulação ou fuga de personagens.
O verbo 'esquivar' e suas variações aparecem em letras de música, frequentemente associado a temas de desilusão amorosa ou fuga de problemas.
Vida digital
A sequência 'esquivarem-se-de' isolada é raramente encontrada em buscas, indicando ser um erro de digitação ou fragmento de frase, não um termo com uso digital estabelecido.
Buscas por 'esquivar' ou 'esquivar-se' aparecem em contextos de busca por sinônimos, significados de palavras ou em análises gramaticais.
Comparações culturais
Inglês: 'to dodge', 'to evade', 'to shy away from'. A construção com preposição é comum ('dodge the question', 'evade responsibility'). Espanhol: 'esquivarse de', 'evitar'. A estrutura com preposição 'de' é similar ('esquivarse de un peligro'). Francês: 'se dérober à', 'éviter'. A preposição é essencial para especificar o que é evitado.
Relevância atual
O verbo 'esquivar-se' e a construção 'esquivar-se de' mantêm sua relevância na norma culta para descrever atos de evasão e evitação. A sequência 'esquivarem-se-de' em si não tem relevância lexical, sendo um indicativo de erro ou fragmentação textual.
Origem Latina e Primeiros Usos
Século XIII - O verbo 'esquivar' tem origem no latim vulgar *excūtiāre, derivado de *excutere, que significa 'sacudir', 'lançar fora', 'livrar-se de'. Inicialmente, referia-se a um movimento físico de se livrar de algo ou alguém, de se afastar rapidamente. A forma pronominal 'esquivar-se' surge para indicar um ato de autoproteção ou evasão.
Evolução no Português
Idade Média a Século XIX - O verbo 'esquivar-se' consolida-se na língua portuguesa, mantendo seu sentido de evitar, fugir, livrar-se de algo ou alguém, seja fisicamente ou de forma mais abstrata (evitar um perigo, uma responsabilidade). A construção 'esquivar-se de' é a forma gramaticalmente correta e predominante para indicar o objeto evitado.
Uso Contemporâneo e Desvios
Século XX - Atualidade - O uso de 'esquivar-se de' permanece estável na norma culta. No entanto, na linguagem coloquial e informal, especialmente no Brasil, observa-se uma tendência à simplificação e, por vezes, à omissão da preposição 'de', resultando em construções como 'esquivar-se algo' ou mesmo o uso do verbo sem pronome em certos contextos, embora gramaticalmente incorretas. A forma 'esquivarem-se-de' como uma sequência isolada e sem contexto gramatical claro não constitui uma unidade lexical válida em português, sendo mais provável um erro de digitação ou uma fragmentação de frase.
Não aplicável, pois não é uma unidade lexical.