faz-um-acordo

Formado pelas palavras 'faz' (verbo fazer), 'um' (artigo indefinido) e 'acordo' (substantivo).

Origem

Séculos XV-XVI

Deriva da junção do verbo 'fazer' (do latim 'facere') com o substantivo 'acordo' (do latim 'accordare', que significa concordar, estar de acordo, originado de 'cor', coração). A expressão reflete a ideia de realizar ou concretizar uma concordância de vontades.

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Sentido original de estabelecer um consenso ou pacto entre partes.

Século XX - Atualidade

Mantém o sentido original, mas é aplicada em contextos mais amplos e técnicos, como acordos comerciais, diplomáticos, trabalhistas e até mesmo em negociações informais mediadas por tecnologia.

A expressão 'fazer um acordo' é amplamente utilizada em negociações de todos os níveis. No contexto empresarial, pode envolver a assinatura de contratos complexos. Na política, refere-se a pactos entre nações ou partidos. No dia a dia, pode ser um acordo simples sobre quem lavará a louça. A internet e as redes sociais facilitam a comunicação e a formalização de acordos rápidos, por vezes informais, mas que ainda carregam o peso da palavra 'acordo'.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em documentos notariais e literários do período de formação do português brasileiro, indicando o uso da expressão em contextos de negociação e pactuação.

Momentos culturais

Século XX

A expressão é recorrente em obras literárias e cinematográficas que retratam negociações, conflitos e resoluções, como em filmes de máfia, dramas políticos e comédias de costumes.

Atualidade

Presente em notícias sobre acordos internacionais, negociações políticas e empresariais, e em discussões sobre resolução de conflitos em plataformas digitais.

Vida digital

A expressão é frequentemente utilizada em fóruns online, redes sociais e aplicativos de mensagens para discutir e formalizar acordos informais ou comerciais.

Termos como 'acordo online' ou 'fechar acordo digital' ganham relevância com o crescimento do e-commerce e das negociações virtuais.

Representações

Século XX - Atualidade

Frequentemente retratada em novelas, filmes e séries, onde personagens 'fazem um acordo' para resolver conflitos, obter vantagens ou selar alianças, muitas vezes com reviravoltas e tensões dramáticas.

Comparações culturais

Inglês: 'to make a deal' ou 'to reach an agreement'. Espanhol: 'hacer un acuerdo' ou 'llegar a un acuerdo'. Ambas as línguas possuem expressões equivalentes que denotam a ação de chegar a um consenso ou pacto, com origens etimológicas e usos contextuais semelhantes.

Francês: 'conclure un accord'. Alemão: 'eine Vereinbarung treffen'.

Relevância atual

Atualidade

A expressão 'fazer um acordo' continua sendo fundamental na comunicação humana, refletindo a necessidade intrínseca de negociação e cooperação em todas as esferas da vida social, econômica e política. Sua simplicidade e clareza a mantêm relevante em um mundo cada vez mais complexo e interconectado.

Formação do Português

Séculos XV-XVI — A expressão 'fazer um acordo' surge com a consolidação do português como língua escrita e falada, a partir do latim vulgar. 'Fazer' vem do latim 'facere' (fazer, realizar) e 'acordo' do latim 'accordare' (estar de acordo, concordar), que por sua vez deriva de 'cor' (coração), indicando concordância de corações ou vontades. A junção dessas palavras para descrever a ação de chegar a um consenso é natural na evolução linguística.

Consolidação e Uso

Séculos XVII-XIX — A expressão se estabelece no vocabulário formal e informal, sendo utilizada em documentos legais, negociações comerciais e no cotidiano para descrever a resolução de conflitos ou o estabelecimento de parcerias. O uso é direto e sem ambiguidades.

Modernidade e Contemporaneidade

Século XX-Atualidade — A expressão 'fazer um acordo' mantém sua forma e significado essenciais, mas ganha nuances com o desenvolvimento de novas áreas como a diplomacia, a psicologia e os negócios internacionais. A globalização e a comunicação digital aceleram a disseminação e o uso da expressão em diversos contextos, desde negociações de alto nível até acordos informais entre amigos.

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Formado pelas palavras 'faz' (verbo fazer), 'um' (artigo indefinido) e 'acordo' (substantivo).

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