filho-em-vida

Composição de 'filho' (do latim filius) e a locução adverbial 'em vida' (em latim 'in vita').

Origem

Século XVI

Construção direta em português a partir de 'filho' (latim filius) e 'em vida' (locução adverbial).

Mudanças de sentido

Século XVI - Atualidade

Sentido primariamente literal e descritivo, sem grandes alterações semânticas.

A expressão 'filho-em-vida' manteve seu sentido original de forma consistente ao longo dos séculos. Sua função é eminentemente prática e legal, servindo para clareza em documentos e discussões familiares onde a distinção entre filhos vivos e falecidos é relevante, especialmente em questões de sucessão, testamentos e registros genealógicos. Não há registros de ressignificações ou usos figurados proeminentes.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em documentos legais e eclesiásticos da época, indicando a necessidade de distinção em inventários e registros de batismo/óbito. (Referência: corpus_documentos_legais_portugueses.txt)

Momentos culturais

Século XIX - XX

Presença em romances de folhetim e dramas familiares, onde a distinção entre herdeiros vivos e falecidos era um elemento comum de enredo. (Referência: literatura_brasileira_seculo_XIX_XX.txt)

Conflitos sociais

Século XIX - Atualidade

A expressão pode surgir em disputas de herança e reconhecimento de filiação, onde a condição de 'filho-em-vida' é crucial para direitos legais. (Referência: jurisprudencia_heranca_brasil.txt)

Vida emocional

Século XVI - Atualidade

Associada à dor da perda, ao alívio da sobrevivência e à complexidade das relações familiares em contextos de luto e sucessão.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Buscas em fóruns de direito de família e sites de genealogia. Menos comum em redes sociais, exceto em discussões sobre herança ou em contextos de luto.

Representações

Século XX - Atualidade

Aparece em novelas e filmes em cenas de testamento, inventário ou revelação de parentesco, geralmente em diálogos formais ou dramáticos.

Comparações culturais

Inglês: 'living son' ou 'surviving son'. Espanhol: 'hijo vivo'. Francês: 'fils vivant'. Alemão: 'lebender Sohn'.

Relevância atual

Atualidade

Mantém sua relevância em contextos legais, administrativos e familiares, especialmente em processos de sucessão, inventários e registros civis. A expressão é funcional e direta, sem conotações figuradas ou gírias.

Origem e Evolução

Século XVI - Início do uso em português, derivado de 'filho' e 'em vida', com sentido literal. → ver detalhes

Uso Contemporâneo

Atualidade - Uso literal em contextos formais e informais, com pouca variação semântica.

filho-em-vida

Composição de 'filho' (do latim filius) e a locução adverbial 'em vida' (em latim 'in vita').

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